Tradução gerada automaticamente
On était pas riche
Allain Leprest
A gente não era rico
On était pas riche
Partir no fim de semana a dois na motoPartir en week-end à deux sur la mob'
Natal em Puteaux, Páscoa na sua varandaNoël à Puteaux, Pâques à ton balcon
A despensa no guarda-roupaLe garde-manger dans la garde-robe
A noiva posando no fotôLa mariée qui pose au photomaton
A gente não era ricoOn n'était pas riche
O futuro era sombrio na palma da mãoL'av'nir était sombre au creux de la main
Tinha umas sujeirinhas que apagavam as linhasY avait des sal'tés qu'effaçaient les lignes
Mas a gente jogava a lua no oitenta e umMais on jouait la lune au quatre vingt et un
E repetia isso com a garrafaEt on r'mettait ça avec la consigne
A gente não era ricoOn n'était pas riche
A gente desmanchava nossas meias velhasOn détricotait nos vieilles chaussettes
Pra levantar a gola dos nossos suéteresPour monter le col à nos pullovers
Um frio que não dá pra pegar de leveUn froid à ne pas prendre avec des pincettes
Uma malha pra cima, uma malha pro invernoUne maille à l'endroit, une maille à l'hiver
A gente não era ricoOn n'était pas riche
A gente mordia o frio antes que ele mordesse a genteOn mordait le froid avant qu'il nous morde
Não dá pra ver muito bem, acende a Grande UrsaOn voit plus très clair, allume la Grande Ourse
Toca "Jogos Proibidos" só com duas cordasJoue "Jeux interdits" rien que sur deux cordes
Canta "Os canuts" estalando os dedosChante "Les canuts" en claquant des pouces
A gente não era ricoOn n'était pas riche
Dois incensos pra aquecer o quartinhoDeux bâtons d'encens pour chauffer la piaule
Uma catedral pra nos dar as horasUne cathédrale pour nous donner l'heure
Um verdadeiro ninho de amor de madeira e lataUn vrai nid d'amour en bois et en tôle
Com um Gauguin de lápis de corAvec un Gauguin aux crayons d' couleurs
A gente não era ricoOn n'était pas riche
Às vezes parecia que a gente tocava o infortúnioIl semblait parfois qu'on touchait l' malheur
Mas na bagunça e na ponta dos dedosMais dans le désordre et du bout des doigts
Mais frequentemente que moedas, eram vasos de floresPlus souvent qu' des sous, c'était des pots d' fleurs
Que caíam quando a gente cantava debaixo dos telhadosQui tombaient quand on chantait sous les toits
A gente não era ricoOn n'était pas riche
A gente não era rico e até um pouco pobreOn n'était pas riche et même un peu pauvre
"Pobre, tudo bem, mas limpo", dizia o tio"Pauvre d'accord, mais propre", qu'il disait tonton
Eu acreditava um pouco como a fé salvaJ'y croyais un peu comme la foi sauve
A gente era tão pobre que a gente cheirava bemOn était si pauvre qu'on en sentait bon
A gente não era ricoOn n'était pas riche
Nos dias de pão duro na frente dos restaurantesLes jours de pain dur devant les restaus
A gente lia o cardápio como um verdadeiro poemaOn lisait l' menu comme un vrai poème
Uma blanquette de linguado, era como RimbaudUne blanquette de sole, c'était du Rimbaud
Uma truta com manteiga, era como VerlaineUne truite au beurre, c'était du Verlaine
A gente não era ricoOn n'était pas riche
Partir no fim de semana a dois na motoPartir en week-end à deux sur la mob'
Natal em Puteaux, Páscoa na sua varandaNoël à Puteaux, Pâques à ton balcon
A despensa no guarda-roupaLe garde-manger dans la garde-robe
A noiva posando no fotôLa mariée qui pose au photomaton
A gente não era ricoOn n'était pas riche



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