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Ruínas
Allan Constante
Eu sou, se tanto, o raio que corta
O céu de esperanças de quem já amei
Surjo do nada e não estou disposto
A perder tudo o que já conquistei
O prelúdio da noite
Que me consome
Até o início de um novo dia
De tão comum, já sei o seu nome
Alguns chamam de alívio, outros chamam de agonia
Esse estopim da minha natureza
Revela, enfim, com total certeza
Que é pura e falsa a beleza
Que é pura e falsa a beleza
Do seu olhar
De tristeza
(Ê)
Composição: Allan Constante. Essa informação está errada? Nos avise.
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