Cuando Niño He Sido Yo
Cierro los ojos y asoman los recuerdos
La vieja casa que acunó aquella niñez
De esas tontas inocentes travesuras
De siestas cuando entonces me escapaba sin querer
Cuantos charquitos que la lluvia me dejaba
Solito navegaba con mi barco de papel
Cuantos puertos visité con mi inocencia
Hoy retengo en mi memoria tantas cosas del ayer
Que lindo es recordar toda esa vida
De trompo, barrilete, y el grito del primer gol
Aventuras que en el tiempo no han pasado
Imborrables me han quedado cuando niño he sido yo
Patio de ladrillo que siempre adormecía
Con viejos macetones asomaba algún malvón
Ladraba jueguetón mi viejo perro
Jugando con un hueso estábamos los dos
Dos bolsillos que decían mis hazañas
Bolitas de colores y el cachuzo quemador
Que suerte por un hoyo realizado
Varias quemas y otro afuera
¡Uy! Que tarro tengo yo
Que lindo es recordar toda esa vida
De trompo, barrilete, y el grito del primer gol
Aventuras que en tiempo no han pasado
Imborrables me han quedado cuando niño he sido yo
Quando eu era criança
Eu fecho meus olhos e as memórias aparecem
A casa velha que embalou aquela infância
Dessas palhaçadas inocentes
Cochilando quando eu acidentalmente fugi
Quantas poças que a chuva me deixou
Eu estava navegando com meu barquinho de papel
Quantos portos visitei com minha inocência
Hoje guardo em minha memória tantas coisas de ontem
Como é bom lembrar toda essa vida
Pião, pipa e o grito do primeiro gol
Aventuras que não passaram no tempo
Fui inesquecível quando criança
Pátio de tijolos que sempre entorpeceu
Com velhos vasos de flores, um bandido estava mostrando
Meu cachorro velho estava latindo jogos
Brincando com um osso nós dois
Dois bolsos que diziam minhas façanhas
Bolas coloridas e a tampa do queimador
Que sorte por um buraco feito
Várias queimaduras e uma fora
Opa! Que jarra eu tenho?
Como é bom lembrar toda essa vida
Pião, pipa e o grito do primeiro gol
Aventuras que não passaram no tempo
Fui inesquecível quando criança