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13 de Agosto

Altair Nunes Pop

Letra

    13 de Agosto
    Matino nos ventos meus costumes relentos
    As noites não têm travas nos portões do além
    Meu suspiro chiado
    Corações receosos batucando
    Esconde se com jeito no abrigo do peito
    Meus olhos ligeiros na janela vidrados
    Junto dos ventos frios
    Zumbindo como uivos badalando a vidraça do quarto
    A meia noite um estalo na varanda
    Arrastando correntes, se ouvem passos nas calçadas
    Tão frias com sussurros tenebrosos
    As luzes da cidade embaçadas de frios
    As folhagens nevoadas...um silencio das almas viventes
    Porém, tormento dos espíritos
    Fantasmas, lobisomens, bruxas e assombrações
    Fazem piques nas calçadas em plena lua cheia
    Na sexta-feira 13 de agosto
    Quem tem vida não mora hoje só
    São sinistro os gritos de aaaaiiii...
    Dos mortos que caminham nus,vagando o mundo
    Querem eles roupas
    Que aqueçam teus corpos gelados
    Emplorando abrigos estão fugindo
    Dos demônios teus opressores


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