Un Acordeón y Un Sombrero
Llegó uma mañana de muy lejos
Em su acordeón tría viejas melodias
Uma voz de vino que hablaba de outro tempo
Y mil canciones tan sencillas como el día
Anduvo por las calles de uma gran ciudad
Quizás buscando algo más que um sureño
Golpeó puertas, endureció sus alpargatas
Añorando las tardes calmas de su Pueblo
Pensó em volver
Y mirarse outra vez
Em los ojos de su gente
Pensó em volver
Y decir que aún distante
Su alma jamás estuvo ausente
Pero era tarde
Para el passado no hay rumbos
Ni caminhos
Y envejeció
Chamameceando por las calles
Su destino
Hoy em la plaza um sombrero boca arriba
Junta monedas para quien juntaba sueños
La gente passa y ni siquiera mira al hombre
Que acordeonando llena el aire de recuerdos
Um acordeão e um chapéu
Uma manhã veio de longe
Em seu acordeão triarias melodias antigas
Uma voz de vinho que falou de outro tempo
E mil músicas tão simples como o dia
Ele andou pelas ruas de uma grande cidade
Talvez procurando algo mais do que um sulista
Bateu nas portas, endureceu suas alpargatas
Saudade das tardes tranquilas do seu povo
Ele pensou de volta
E olhe de novo
Aos olhos do seu povo
Ele pensou de volta
E diga que ainda distante
Sua alma nunca esteve ausente
Mas já era tarde
Para o passado não há direções
De jeito nenhum
E envelhecido
Chamadas pelas ruas
Seu destino
Hoje na praça um chapéu de face para cima
Colete moedas para aqueles que reuniram sonhos
As pessoas passam e nem olham para o homem
Aquele acordeão enche o ar de lembranças
Composição: Martim Cesar, Aluisio Rockembach