House of Eternal Return (feat. Jason Webley)
Millions of us standing atop
Millions of snow-covered mountains
Planting our flags
Thrusting them in
Waving our arms to be counted
But who is the woman alone in the kitchen?
Frozen in front of an easel
She looks like a portrait of somebody's grandmother
Still frame image retrieval
Standing there still, house on a hill
After so many transmissions
Telephone wires tangle the roof
The origin story is missing
The origin story is missing
She hasn't gone out in twenty-five years
Caged under plaster and ivy
Her eyes fix on something out on the horizon
A mountain of leaves gathered drying
To burn, to burn, to burn
Look at this view, look all around
Tied to the deck that our dad made
There's no room to move
And we're so proud
Yes, they made 'em like that in the old days
They made 'em like that in the old days
Retracing patterns with new coats of paint
Fenced in by albums and journals
And they're pulling her back
They keep drawing her in
Into the house of eternal return
Return, return
House of eternal return
House of eternal return
House of eternal return
House of eternal return, return, return
Retracing patterns, the path to the door
She thinks of the hands of her father
Laying down floor joists
Framing up walls
One board after the other
One board after the other
There's nowhere to rest
In this cumbersome cavity
Crushed under mortalness, sadness and gravity
Peeling off layers of skin
Cracked and blistering
Scattering seeds
Making scratches on history
Head, shoulders, knees and toes
Only the prophet knows
Why we were planned obsolescent with vertigo?
Ridden like animals, flailing our tentacles
Searching for shelter in derelict ventricles
She crosses the threshold, runs up the stairs
Races through bedrooms and hallways
She stops at the canvas, a faithful depiction
The house she's been entering always
The house she's been entering always
Circling round, heavenward bound
A-hundred-and-forty-four-thousand
This flesh isn't right, the fit is too tight
This can't be our permanent housing
This can't be our permanent housing
This can't be our permanent housing
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return (house of eternal return)
House of eternal return
House of eternal return
Return, return, return, return
Return, return, return
Casa do Eterno Retorno (part. Jason Webley)
Milhares de nós parados no topo
De milhares de montanhas cobertas pela neve
Ficando nossas bandeiras
Empurrando-os para dentro
Agitando nossos braços para sermos contados
Mas quem é a mulher sozinha na cozinha?
Congelada em frente a um cavalete
Ela parece um retrato da avó de alguém
Recuperação de imagem de um quadro imóvel
Parada ali, casa em uma colina
Depois de tantas transmissões
Fios de telefone emaranhados no telhado
A história de origem está faltando
A história de origem está faltando
Ela não saiu em vinte e cinco anos
Enjaulada sob gesso e hera
Seus olhos se fixam em algo no horizonte
Um monte de folhas reunidas secando
Para queimar, para queimar, para queimar
Olhe para essa vista, olhe ao redor
Presa ao deck que nosso pai fez
Não há cômodo para onde se mover
E nós temos tanto orgulho
Sim, eles as construíram como nos velhos tempos
Eles as construíram como nos velhos tempos
Retraçando padrões com novas camadas de tinta
Cercados por álbuns e jornais
E eles estão puxando-a de volta
Eles continuam atraindo-a
Para dentro da casa do eterno retorno
Retorno, retorno
Casa do eterno retorno
Casa do eterno retorno
Casa do eterno retorno
Casa do eterno retorno, retorno, retorno
Retraçando padrões, o caminho para a porta
Ela pensa nas mãos do pai dela
Colocando vigas no chão
Emoldurando paredes
Uma tábua após a outra
Uma tábua após a outra
Não há lugar para descansar
Nessa cavidade pesada
Esmagada sob a tristeza da mortalidade e a gravidade
Descascando camadas de pele
Rachada e com bolhas
Espalhando sementes
Fazendo arranhões na história
Cabeça, ombros, joelhos e dedos
Somente o profeta sabe
Por que fomos criados obsoletos pela vertigem?
Guiados como animais, agitando nossos tentáculos
Procurando por abrigo em ventrículos abandonados
Ela passa pela soleira, sobe as escadas
Corre por quartos e corredores
Ela para na tela, uma representação fiel
A casa onde ela sempre esteve entrando
A casa onde ela sempre esteve entrando
Dando a volta, em direção ao céu
Cento e quarenta e quatro mil
Essa carne não está certa, está muito apertada
Essa não pode ser nossa moradia permanente
Essa não pode ser nossa moradia permanente
Essa não pode ser nossa moradia permanente
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno (casa do eterno retorno)
Casa do eterno retorno
Casa do eterno retorno
Retorno, retorno, retorno, retorno
Retorno, retorno, retorno