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Sobriedade

Amazarashi

Shirafu

じぶんいがいみなしね
Jibun igai mina shine
ってのはもうしにてえ
Tte no wa mou shinitee
ってのとどうぎだだんちからのさんにんしょうして
Tte no to dougida danchi kara no sanninshou shite
さびれたがいへきにすいさしのたばこおしつけ
Sabireta gaiheki ni sui sashi no tabako oshitsuke
げんばかんとくのどうごうにつばをはいてゆうぐれ
Genba kantoku no dogou ni tsuba o haite yuugure
もうきえてくれいまだかしゅとしてはむめい
Mou kiete kure imada kashu to shite wa mumei
ぼろぼろになるまではたらいてくうめしはうめ
Boroboro ni naru made hataraite kuu meshi wa ume
けどあしたにはばっくれ
Kedo ashita ni wa bakkure
がまんにんたいとはむえん
Gaman nintai to wa muen
こんなぼくにひかりがさすならはやくそうしてくれ
Konna boku ni hikari ga sasunara hayaku sou shite kure

かいたいさぎょうそうぷおふぃすせたがやのしょうがっこう
Kaitai sagyou soupu ofisu setagaya no shougakkou
ゆたかなこころじょうそうきょういくでげんじつをえがこう
Yutakana kokoro jousou kyouiku de genjitsu o egakou
あすべすとすいこみわたるげんばはおにばかり
Asubesuto suikomi wataru genba wa oni bakari
こうしょうさぎょうあんぜんたいなしでじんせいつなわたり
Kousho sagyou anzen tai na nashi de jinsei tsunawatari
こんなはずじゃなかったあたまでくりかえし
Konna hazu janakatta atama de kurikaeshi
これでなんびゃっかいめかのじんせいのふりだし
Kore de nanbyakkai me ka no jinsei no furidashi
もうむりかもね
Mou muri kamo ne
いのるきりょくもないりゅうせい
Inoru kiryoku mo nai ryuusei
あの日きたいしたぼくのさいのうかほうしゅうせい
Ano hi kitai shita boku no sainou kahou shuusei

どりょくつみあげたろうりょくはけっきょくとろう
Doryoku tsumiageta rouryoku wa kekkyoku torou
それならめのまえにあるだみんをむさぼろう
Sorenara me no mae ni aru damin o musaborou
きのうできたはずのせいきのめいきょくははいって
Kinou dekita hazu no seiki no meikyoku wa haite
すてるほどあるださくにもうもれるださくだ
Suteru hodo aru dasaku ni mo umoreru dasakuda
ほこりだらけのさぎょうぎつめたいしせん
Hokori darake no sagyougi tsumetai shisen
やまのてせんとくにはらじゅくよりみなみはあいて
Yamanotesen tokuni harajuku yori minami wa aite
はいゆうばんどまんそのひぐらしにはうむれす
Haiyuu bando man sonohigurashi ni houmuresu
りれきしょなしではけんさえれるこうむてん
Rirekisho nashi de haken saee reru koumuten

じむしょまんちゅうはいでかんぱいのせいてん
Jimusho man chuuhai de kanpai no seiten
ふるかぶのめんめんまるでげんだいのかにこうせん
Furukabu no menmen marude gendai no kanikousen
だきょうでされがままのさくしゅ
Dakyou de sa reruga mama no sakushu
あせをさけでうるおすさながらよいとまけんおうたかさんやぶるーす
Ase o sake de uruosu sanagara yoitomakenouta ka sanya buruusu
ゆめみがちなばかとぎりぎりのやつらがつどいきがついたら
Yumemigachina baka to girigiri no yatsura ga tsudoi kigatsuitara
ぼくもそんないっぱのひとり
Boku mo sonna ippa no hitori
でいすいにまかせてげんじつをずらかったゆめもきえ
Deisui ni makasete genjitsu o zurakatta yume mo kie
ちゃったきょうのしごともつらかった
Chatta kyou no shigoto mo tsurakatta

すなっくのさらあらいそうげいじやまどろっこいおうみなとじえいたい
Sunakku no saraarai sougeiji yamadorokkoi ouminato jieitai
のぐちにはひどくわるよい
No guchi ni wa hidoku waruyoi
しだいにふえるひとりごとあの日のどうごう
Shidai ni fueru hitorigoto ano hi no dogou
はんきょうするえこういやまてこれはもしかしたらげんちょう
Hankyou suru ekou iya mate kore wa moshika shitara genchou
ふらっしゅばくだでことばをかくまっちぽんぷなじしょうこうい
Furasshu bakku de kotoba o kaku matchi ponpuna jishoukoui
しゅくめいとはきこえがいいがようはてんのいいのろいだ
Shukumei to wa kikoe ga iiga you wa ten no ii noroida
はやあがりのでいすいのはてにふらふらのじいしきが
Haya agari no deisui no hate ni furafura no jiishiki ga
へたなかんぐりをしだすまえにもうねむるか
Hetana kanguri o shi dasu mae ni mou nemuru ka

じぶんいがいみんなしね
Jibun igai minna shine
ってのはもうしにてえ
Tte no wa mou shinitee
ってのとどうぎだわるいのはぼくかせかいか
Tte no to dougida warui no wa boku ka sekai ka
ちどりあしじゃふるさとにふくかぜだってつめて
Chidoriashi ja furusato ni fukukaze datte tsumete
こんなんじゃせけんだっていざってときにはつらねえ
Konna nja seken datte iza tte tokiniha tsurenee
ふるえてあさやけがいとうのえりをたて
Furuete asayake gaitou no eri o tate
いさんででたはずのふるさとにまたたって
Isande de tetta hazu no furusato ni mata tatte
もうここにはいられねえ
Mou koko ni wa irarenee
じぼうじきなあしどりで
Jiboujikina ashidori de
わかったもうでてくよ
Wakatta mou dete ku yo
ぼくはすっかりしらふで
Boku wa sukkari shirafu de

おいもわかきもよっぱらいのさんぜんせかいで
Oimowakakimo yopparai no sanzen sekai de
われこそがじゅんすいなるまっとうなしらふで
Ware koso ga junsuinaru mattouna shirafu de
いたみまっこうからくらいうたうめいていいらずで
Itami makkoukara kurai utau meitei irazu de
せいねんはしようをかくはなれたいんきなむれ
Seinen wa shiyo o kaku hanareta inkina mure
ぞくするばしょがないってばしょにはぬけぬけとぞくして
Zokusuru basho ga nai tte basho ni wa nukenuke to zokushite
なめあうきずあとはみつのようにあめ
Name au kizuato wa mitsu no you ni ame
そのかびくさいちかしつからはさっさとなくで
Sono kabi kusai chikashitsu kara wa sassato nukedashite
むきだしのはだでうけとめるげんじつのあめ
Mukidashi no hada de uketomeru genjitsu no ame

Sobriedade

Quando alguém deseja a morte de todos
Eles querem isso pra si
Assim diz algum terceiro de seu apartamento
Trabalhadores fumam contra a parede de um edifício
E cuspiram no som do fole do capataz no crepúsculo
Você não saíra deste, ainda, poeta sem nome?
A marmita depois de um dia de trabalho, faz isso valer
Mas amanhã, estarei forte enquanto ofereço nada
Eu tenho paciência o suficiente
Se os holofotes devem recair sobre mim, que caiam então!

Aqueles na demolição, puteiros, escritórios
Todos do puritanismo escolar.a realidade assim é feita
Suga asbesto e passa por demônios quando passeia
Um aproveitamento de segurança separa construções de caminhadas em cordas-bambas
A mente corre. Não era suposto ser assim
A vida balança como pêndulo, infinitamente
Mas, o que importa?
Nem estrelas cadentes realizam desejos
Apostei em meu talento, e vi tudo cair

Se é verdade que não há valor em se levar
Por bootstraps, então inveje aqueles que fazem pouco
Quando minha composição do milênio chegava ao fim
Eu vi que era uma negação e enterrei com as outras
Essas sujas roupas de trabalho, inspiram julgamentos
E quanto mais ao sul, mais elas pinicam
Atores e músicos sem casas e sem currículos
Forçados a fazer bicos apenas pra viver

Em frente ao escritório, os velhos queimam o clima
Um giro moderno numa pegada se sucesso no mar
Ser forçado à comprometer-se é igual a exploração
Eles suam álcool aos sons de barracos velhos e blues clássico
Tolos se reúnem, uma coleção ainda mais nojenta nos sonhos
Antes que soubesse, era parte de rankings
Deixei a realidade nas garrafas de bebida "foi horrível
O trabalho hoje". Os sonhos sumiram nas palavras

Limpando pratos depois de um lanche leve. Devagar de despedir, devagar de aconchegar
Forças especiais brigam em um frenesi bêbado
Mais e mais parágrafos enchem meu monólogo
O dia ruge, o seu eco reverbera... Ou talvez minha mente me engana
Mensagens escritas em flashbacks, você se machuca para se consertar
Gosto de como soa "destino". Mas parece uma maldição a mim
Uma consciência se mantém depois de beber de leve
Deveria dormir antes de ficar paranoico

Quando alguém deseja a morte de todos
Eles querem isso pra si
O mundo é mal? Ou eu sou?
Cambaleio por minha cidade natal, ameaçado por frio
Se é assim que o mundo gira, me esconderei
Na luz do dia, a gola de meu sobretudo levanta
Minha cidade natal ainda está no lugar dos sonhos
Não mais posso viver aqui
Tô fora daqui!
Quão rápido meu desespero me carrega
Nunca me senti tão sóbrio

Jovem e velho, o planeta todo está muito bêbado
Nós estamos perfeitamente e puramente sóbrios
Não preciso da dor,o ranger,o cantar bêbado me opõe
O homem faz poesia e alegra a maioria
Não ter lugar significa que a todos os lugares você pertence
Lamber as feridas é saborear nosso néctar
Livrai o porão do molde de cheiro simplesmente horrível de uma vez
Sinta a chuva de uma era moderna contra seu corpo