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E Assim o Fim Vem

Amazarashi

Shuusoku

うみどりががれきのじょうくういなないた
Umidori ga gareki no joukuu inanaita
コンクリートせいきはちえのすうしき
Konkuriito seiki wa chie no suushiki
いまじゃとういひのひえろぐりふ
Ima ja toui hi no hierogurifu
かつてのひとのいとなみふしょくしたけんぞうぶつ
Katsute no hito no itonami fushoku shita kenzoubutsu
しんしょくするしょくぶつのぞうしょくかんぶりあばくはつ
Shinshoku suru shokubutsu no zoushoku kanburia bakuhatsu
はたねずみがさかなをくらえば
Hatanezumi ga sakana o kuraeba
もうきんるいがかじりついてそらへさそった
Moukin-rui ga kajirii tsuite sora e sasotta
ぎゃっこうのたいようがもえさかるいきしにのりつどう
Gyakkou no taiyou ga moesakaru iki shini no ritsudou
あねったいりんとーかしたこことうほくのほくたんにも
A nettaiurin to-ka shita koko touhoku no hokutan ni mo
わきみず、いわからしみて
Wakimizu, iwa kara shimite
ようがおちてはれいきゃくのほしぞらにききいり
You ga ochite wa reikyaku no hoshizora ni kikiiri
へいおんがおとずれたのだとしるうばうもうばわれるもなく
Heion ga otozureta noda to shiru ubau mo ubawareru mo naku
ひとしくほしのさじんとなりてうなり
Hitoshiku hoshi no sajin to narite unari
とうぼえきゅうあいのさえずりや
Touboe kyuuai no saezuri ya
いかくのがなりとかせいめいのおおけすとら
Ikaku no ganari toka seimei no ookesutora

のめやうたえやさわげいとおしいやよどうした
Nomeya utaeya sawage itooshii ya yodoushida
こううしたこどうしかものおとしないここなんおくよる
Koou shita kodou shika monooto shinai koko nan oku yoru
きりつなしのむちつじょとおもいきや
Kiritsu-nashi no muchitsujo to omoiki ya
いのちのしそうはたしかにそんざいした
Inochi no shisou wa tashika ni sonzai shita

のめやうたえやさわげいとおしいやよどうした
Nomeya utaeya sawage itooshii ya yodoushida
こううしたこどうしかものおとしないここなんおくよる
Koou shita kodou shika monooto shinai koko nan oku yoru
こうはいしたとはひとのいいようだ
Kouhai shita to wa hito no iiyouda
ここにはもうじんるいはいないのだから
Koko ni wa mou jinrui wa inai nodakara

E Assim o Fim Vem

As gaivotas diluindo voam ao céu sobre os escombros
A selva de concreto. Fórmula para sabedoria.
Os hieróglifos de uma era morta
Os findos trabalhos de homens
Estruturas que sucumbiram ao tempo. A prevalência de flores mortas. Explosão Cambriana
Comer do peixe e do camundongo, o gavião enterra
Suas garras e brande seu prêmio ao céu
O sol serve como luz de fundo. Ritmo morrendo vivo
Da ponta de Tohoku, tudo vira uma Amazônia
Do rochedo sai a água mais pura do mundo
O sol cair, é estar sozinho com as estrelas frias
Sei que a calma virá, não pega, e não é pega de si mesma
A tempestade de areia que trata todos com igualdade
O som de uivos e rugidos, da corte de aves silvestres
De orgulho e tórax batidos, a orquestra da vida

Vamos beber e cantar. Amemos o som dessa noite.
Vamos deixar nossos corações baterem como um só para que sejamos escutados por infinitas noites
Abandone os pensamentos de caos indomável
As maquinações do destino foram feitas

Vamos beber e cantar. Amemos o som dessa noite.
Vamos deixar nossos corações baterem como um só para que sejamos escutados por infinitas noites
Para a mente humana
A destruição é quando não mais há humanidade