Nothing Daunted (Gallows Pole Rock N' Roll)
Ticking, that insane sound
We dance to the running of hours
Programmed moments passing by
Tighten the knot around our time
Fortunes slipping, ignoring despair
Generations deny their collapse
Staring up the gallows pole
To once more sigh in relief
So silent the breath of a dead man
So silent we don't want to hear
Just grin back at fate when it's smiling
The headsman won't forget
Expectations constitute the failures
As we pray to have the world
Programmed figures passing by
On their ceaseless hunt to conquer life
Wealth at the steps of the blind
Seeking on both sides
All clung to the ropes
Failing two feet down
We refuse to drown in the sand
And make decisions of no avail
Staring up with arrogance
To play the fool nothing daunted
So silent the breath of a dead man
So silent we don't want to hear
Laughing at those who we left behind
Just can't get enough of the ride
Ticking, that insane sound
We dance to the running of hours
Programmed moments passing by
Tighten the knot around our time
Fortunes slipping, ignoring despair
Generations deny their collapse
Staring up the gallows pole
To once more sigh in relief
All clung to the ropes
Falling two feet down
No need to flee, they have found us
Praying to have it all
Nada Intimidado (Rock N' Roll do Mastro da Forca)
Tic-tac, esse som insano
Dançamos com o passar das horas
Momentos programados passando
Apertando o nó em nosso tempo
Fortunas escorregando, ignorando o desespero
Gerações negam seu colapso
Olhando para o mastro da forca
Para mais uma vez suspirar aliviados
Tão silencioso o sopro de um homem morto
Tão silencioso que não queremos ouvir
Apenas sorrir de volta para o destino quando ele sorri
O carrasco não vai esquecer
Expectativas constituem as falhas
Enquanto oramos para ter o mundo
Números programados passando
Em sua incessante busca por conquistar a vida
Riqueza aos pés dos cegos
Buscando de ambos os lados
Todos agarrados às cordas
Caindo dois pés para baixo
Recusamos a nos afogar na areia
E tomamos decisões sem valor
Olhando para cima com arrogância
Para fazer o tolo, nada intimidado
Tão silencioso o sopro de um homem morto
Tão silencioso que não queremos ouvir
Rindo daqueles que deixamos para trás
Simplesmente não conseguimos nos cansar da jornada
Tic-tac, esse som insano
Dançamos com o passar das horas
Momentos programados passando
Apertando o nó em nosso tempo
Fortunas escorregando, ignorando o desespero
Gerações negam seu colapso
Olhando para o mastro da forca
Para mais uma vez suspirar aliviados
Todos agarrados às cordas
Caindo dois pés para baixo
Sem necessidade de fugir, eles nos encontraram
Orando para ter tudo