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Excesso

Ana Belén

Derroche

El reloj de cuerda suspendido,
El teléfono desconectado,
En una mesa dos copas de vino,
Y a la noche se le fue la mano.

Una luz rosada imaginamos
Comenzamos por probar el vino
Con mirarnos todo lo dijimos
Y a la noche se le fue la mano.

Si supiera contar todo lo que sentí,
No quedó un lugar que no anduviera en ti.

Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Que no acabe esta noche, ni esta luna de abril,
Para entrar en el cielo, no es preciso morir...

Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura...

Parecíamos dos irracionales, que se iban a morir mañana...
Derrochamos,no importaba nada, las reservas de los manantiales
Parecíamos dos irracionales, que se iban a morir mañana...

Si pudiera contar todo lo que sentí,
no quedó un lugar que no anduviera en ti.

Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Que no acabe esta noche, ni esta luna de abril,
para entrar en el cielo, no es preciso morir...

Besos, ternura, y la noche es testigo de esta inmensa locura
Besos, ternura, nuestra ruta de amor se convierte en ternura

Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, y la noche es testigo de esta inmensa locura
Besos, ternura, nuestra ruta de amor se convierte en ternura...

Que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos!

Excesso

O relógio de corda suspenso,
O telefone desconectado,
Na mesa, duas taças de vinho,
E a noite se perdeu na mão.

Uma luz rosada imaginamos
Começamos a provar o vinho
Com um olhar, tudo dissemos
E a noite se perdeu na mão.

Se eu soubesse contar tudo que senti,
Não ficou um lugar que não andei em ti.

Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Que essa noite não acabe, nem essa lua de abril,
Pra entrar no céu, não é preciso morrer...

Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura...

Parecíamos dois irracionais, que iam morrer amanhã...
Excedemos, não importava nada, as reservas das fontes
Parecíamos dois irracionais, que iam morrer amanhã...

Se eu pudesse contar tudo que senti,
Não ficou um lugar que não andei em ti.

Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Que essa noite não acabe, nem essa lua de abril,
Pra entrar no céu, não é preciso morrer...

Beijos, ternura, e a noite é testemunha dessa imensa loucura
Beijos, ternura, nossa rota de amor se transforma em ternura

Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, ternura, e a noite é testemunha dessa imensa loucura
Beijos, ternura, nossa rota de amor se transforma em ternura...

Que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, ternura, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos!

Composição: Manuel Jimenez / Ram