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Excesso

Ana Belén

Derroche

El reloj de cuerda suspendido
El teléfono desconectado
En la mesa dos copas de vino
Y a la noche se le fue la mano

Una luz rosada imaginamos
Comenzamos por probar el vino
Con mirarnos todo lo dijimos
Y a la noche se le fue la mano

Si supiera contar todo lo que sentí
No quedó un lugar que no anduviera en ti

Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Que no acabe esta noche, ni esta Luna de abril
Para entrar en el cielo, no es preciso morir

Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locuraaa

Parecíamos dos irracionales, que se iban a morir mañanaaaaa
Derrochamos, no importaba nada, las reservas de los manantiales
Parecíamos dos irracionales, que se iban a morir mañana

Si pudiera contar todo lo que sentí
No quedó un lugar que no anduviera en ti

Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
Que no acabe esta noche, ni esta noche de abril, Para entrar en el cielo
No es preciso morir!
Besos, ternura, y la noche es testigo de esta inmensa locura
Besos, ternura
Nuestra ruta de amor se convierte en ternura
Coros
Que derroche de amor, cuanta locura
Besos, ternura, que derroche de amor, cuanta locura
¡Besos!

Excesso

O relógio de corda parado
O telefone desconectado
Na mesa duas taças de vinho
E a noite se estendeu demais

Uma luz rosada a gente imaginou
Começamos a provar o vinho
Com um olhar tudo já dissemos
E a noite se estendeu demais

Se eu soubesse contar tudo que senti
Não ficou um lugar que não passei em ti

Beijos, carinho, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, carinho, que excesso de amor, quanta loucura
Que essa noite não acabe, nem essa Lua de abril
Pra entrar no céu, não precisa morrer

Beijos, carinho, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, carinho, que excesso de amor, quanta loucura

Parecíamos dois insanos, que iam morrer amanhã
Extravazamos, não importava nada, as reservas dos mananciais
Parecíamos dois insanos, que iam morrer amanhã

Se eu pudesse contar tudo que senti
Não ficou um lugar que não passei em ti

Beijos, carinho, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, carinho, que excesso de amor, quanta loucura
Que essa noite não acabe, nem essa noite de abril
Pra entrar no céu, não precisa morrer!
Beijos, carinho, e a noite é testemunha dessa imensa loucura
Beijos, carinho
Nossa rota de amor se transforma em ternura
Refrão
Que excesso de amor, quanta loucura
Beijos, carinho, que excesso de amor, quanta loucura
Beijos!

Composição: Ram, Manuel Jimenez