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Terra de Ninguém

Ana Gabriel

Tierra de Nadie

Ojos de agua
donde naufraga mi libertad
una falsa frontera
entre mi mundo y la realidad

Puerto sin nombre,
faro sin luz, eso eres tu
No te me acercques
no pidas tregua nunca mas

No me toques el alma
dejame sola, quedate atras
Rompe tus olas lejos de aqui
que has hecho de mi

Tierra de nadie
perdida en tu mar sin ley
Tierra de nadie
un reino donde no hay rey

Si no basta amar
que baste al menos vivir,
vivir y amarte a solas
si no es junto a ti, que sea sin ti
Tierra de nadie

Es tu palabra, contra la mia
amor contra amor
y un amor que hace dano
es un engano, solo es dolor

Isla desierta
lagrima muerta,
eso es lo que soy

Tierra de nadie
perdida en tu mar sin ley
Tierra de nadie
un reino donde no hay rey

Si no basta amar
que baste al menos vivir,
vivir y amarte a solas
si no es junto a ti, que sea sin ti
Tierra de nadie

Terra de Ninguém

Olhos de água
onde naufraga minha liberdade
uma falsa fronteira
entre meu mundo e a realidade

Porto sem nome,
faro sem luz, é isso que você é
Não se aproxime de mim
não peça trégua nunca mais

Não me toque a alma
me deixe sozinha, fique pra trás
Quebre suas ondas longe daqui
o que você fez de mim

Terra de ninguém
perdida no seu mar sem lei
Terra de ninguém
um reino onde não há rei

Se não basta amar
que pelo menos baste viver,
viver e te amar sozinha
se não for ao seu lado, que seja sem você
Terra de ninguém

É sua palavra, contra a minha
amor contra amor
e um amor que faz mal
é uma ilusão, só traz dor

Ilha deserta
lágrima morta,
isso é o que sou

Terra de ninguém
perdida no seu mar sem lei
Terra de ninguém
um reino onde não há rei

Se não basta amar
que pelo menos baste viver,
viver e te amar sozinha
se não for ao seu lado, que seja sem você
Terra de ninguém

Composição: Maria Rosario Ovelar / Mariano Perez