exibições de letras 44

M-O-R-R-E-N-D-O

Ana Galvez

Letra

    Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver
    Dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas
    O tempo parou, a vida se foi, em brumas se desfaz
    No silêncio do túmulo, minha alma jaz

    Nas noites frias, ouço ecos de vidas passadas
    Suspiros de lamento, almas abandonadas
    No campo santo, um destino inevitável
    A eternidade é cruel, o sono inquebrável

    Memórias desvanecem, o esquecimento vem
    Um nome na pedra, marcas de um alguém
    Vida e morte, ciclos sem fim
    No abraço da morte, onde tudo enfim tem fim

    Repito mais uma vez, com emoção
    Sentindo minha voz se tornar um sussurro agonizante
    Em silêncio enquanto minha alma se despede
    Os sonhos que tínhamos se esvaziando
    Me deixou desolada e atordoada
    Meu amado e eu
    Sentados em uma árvore
    M-O-R-R-E-N-D-O

    Por meio disso, realizamos esta autópsia
    Um toque que era um direito meu de nascença tornou-se estranho
    Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver
    Dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas

    Composição: Ana Gonçalves. Essa informação está errada? Nos avise.
    Enviada por mig. Legendado por mig. Revisão por mig. Viu algum erro? Envie uma revisão.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Ana Galvez e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção