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Cada história

Ana Torroja

Cada historia (Presuntos Implicados)

Una dulce sensación
cautivó su joven, frágil corazón
de mujer

Se dejó abrazar
entre besos y silencio conoció el amor
en su piel

Era tan hermoso caminar hacia ningún lugar
confundiendo sueño y realidad, todo era verdad
no había nada por lo que rezar, si acaso una oración
suplicando la continuidad de aquella sensación.

Es tan triste recordar
que cada historia
tiene su final.
Como el sol de amanecer
hay que nacer
partiendo del ayer.
Es tan triste recordar
que cada historia
tiene su final.

Poco a poco se quebró
la dulzura de ese amor, que un día perdió
su poder
y el final llegó
entre lágrimas el tiempo todo acabó
por romper.

Se hizo tan penoso caminar hacia ningún lugar
distinguiendo sueño y realidad, ¿cuál es la verdad?
Aún quedaba tanto que pedir en cada oración
suplicando volver a sentir la dulce sensación.

Es tan triste recordar
que cada historia
tiene su final.
Como el sol de amanecer
hay que nacer
partiendo del ayer.

Lejos en el horizonte donde nada se perdió
dibujamos las palabras de amor, con la voz,
de amor, de adiós

Cada história

Uma doce sensação
cativou seu jovem, frágil coração
de mulher

Deixou-se abraçar
entre beijos e silêncio conheceu o amor
na sua pele

Era tão lindo caminhar para lugar nenhum
confundindo sonho e realidade, tudo era verdade
não havia nada pelo que rezar, se acaso uma oração
suplicando a continuidade daquela sensação.

É tão triste lembrar
que cada história
tem seu final.
Como o sol da manhã
é preciso nascer
partindo do ontem.
É tão triste lembrar
que cada história
tem seu final.

Pouco a pouco se quebrou
a doçura daquele amor, que um dia perdeu
seu poder
e o final chegou
entre lágrimas o tempo tudo acabou
por romper.

Ficou tão penoso caminhar para lugar nenhum
distinguindo sonho e realidade, qual é a verdade?
Ainda havia tanto que pedir em cada oração
suplicando voltar a sentir a doce sensação.

É tão triste lembrar
que cada história
tem seu final.
Como o sol da manhã
é preciso nascer
partindo do ontem.

Longe no horizonte onde nada se perdeu
desenhamos as palavras de amor, com a voz,
de amor, de adeus.

Composição: Juan Luis Gimenez