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Peace Seat (parte. Musipere)

Ana Vilela

Sede de Paz (part. Musipere)

Dezessete de maio de mil novecentos e noventa e sete
Eu tinha onze anos
Me lembro de tudo até hoje
E por isso eu choro
Eu choro por meus irmãos
E por todos aqueles que perderam a vida
Naquele tapete vermelho
De sangue

Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?

Aujourdhui il est temps d'ouvrir les yeux
Et avoir, voir autour de nous
A combien rien ne marche
Jusqu'a cê jour
A cause de la haine on se tue cruellement
Je connais rien
En balistique et mon retorique

Je me mefie, mefie, mefie
Discours appolitique
Oui, je m'adresse à tous anti-patriotique
Je garde la ligne a la marge d'un rhyme
Ecris ésperance d'un horizon different
Pour la generation avenir
Voilà

Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?
Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?

No meu nascimento chorei
Lorsque suis venu au monde
Dans le ventre de ma mère
J'ai senti le vrai amour
Mais lorsque, elle m'a mis au monde
J'ai senti la tristesse
L'energie de la haine
Qu'il y avait pas d'amour

Tantas guerras, souffrance
A miséria, a injustiça
Hipocrisia, racismo
Un monde sans amour
Des choses j'avais pas senti pendant que j'etais dans le ventre de ma mère
Corruption, pour l'argent on s'entre tue cruellement
Des maladies, catastrophe
Quel monde de misère
Si nous sommes tous de même père (ou enfants de Dieu)
Pourquoi tout cês problèmes?

Viol, massacre jalousie au prochain
Cultivons l'amour et le monde connaîtra la paix
Le monde connaîtra la paix
Le monde connaîtra la paix
Le monde connaîtra la paix
Merci

Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?
Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?

Uma nação colorida
Em paz consigo mesma
E com o mundo
Nelson Mandela

Peace Seat (parte. Musipere)

Dezessete de maio de mil novecentos e noventa e sete
Tenho tinha onze anos
Me lembro de tudo até hoje
E por isso eu choro
Eu choro por meus irmãos
E por todos aqueles que perdem a vida
Naquele tapete vermelho
Sangue

Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?

Hoje é hora de abrir os olhos
E tem, veja ao nosso redor
Como nada funciona
Até este dia
Por causa do ódio, nós nos matamos cruelmente
Eu não sei de nada
Em balística e minha retórica

Eu confio, confio, confio
Discurso apolítico
Sim, estou me dirigindo a todos os anti-patrióticos
Eu mantenho a linha à margem de uma rima
Escreva esperança de um horizonte diferente
Para a geração futura
Aqui está

Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?
Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?

No meu nascimento corei
Quando eu vim ao mundo
No ventre da minha mãe
Eu senti o amor verdadeiro
Mas quando ela me deu à luz
Eu senti a tristeza
A energia do ódio
Que não havia amor

Tantas guerras, sofrendo
Uma miséria, uma injustiça
Hipocrisia, racismo
Um mundo sem amor
Coisas que não senti enquanto estava no ventre da minha mãe
Corrupção, pelo dinheiro que matamos uns aos outros cruelmente
Doenças, desastre
Que mundo de miséria
Se somos todos o mesmo pai (ou filhos de Deus)
Por que todos esses problemas?

Estupro, massacre ciúme do vizinho
Cultive o amor e o mundo conhecerá a paz
O mundo conhecerá a paz
O mundo conhecerá a paz
O mundo conhecerá a paz
Obrigado

Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?
Ó criatura de Deus
Será que o criador já não tem cura pra dor dos seus?

Uma nação colorida
Em paz consigo mesma
E com o mundo
Nelson Mandela

Composição: Fred Sommer, Aureo Gandur, Blaise Musipere