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La Promesa

Anabantha

Letra

A Promessa

La Promesa

A besta caminha em silêncio em sua vigíliaCamina en silencio la bestia en su desvelo
À beira do esquecimento, sua alma despertouAl borde del olvido su alma despertó
O eco mais sombrio ressoa nos sinosEl eco más funesto detonan las campanas
Escurecendo o tempo no velho relógioEnsombresiendo el tiempo en el viejo reloj

Suspiros nas trevas, entre velas negrasSuspiros en tinieblas, entre velas negras
Num instante, o céu desapareceuEn un instante el cielo se desvaneció
Nos vales escuros, vivem suas memóriasEn los valles oscuros vivien sus recuerdos
As asas do destino são sua salvaçãoLas alas del destino son su salvación

Espero ansiosamente pelas nove badaladasEspero con deseo las nueve campanadas
Que inundam o castelo com um sopro de horrorQue inundan el castillo con un soplo de horror
Ele aparece em silêncio, sentado no outro extremoAparece en silencio sentado al otro extremo
Não há motivo para temer tamanha bondadeNo hay porque sentir miedo de tan grande bondad

Suspiros nas trevas, entre velas negrasSuspiros en tinieblas, entre velas negras
Hoje, sinto compaixão de sua solidãoHoy de su soledad yo siento compasión
Esse semblante sombrio guarda algum mistérioEse semblante oscuro guarda algún misterio
Ó coração cativo, prisioneiro da dorOh corazón cautivo presa del dolor

Hoje que estás aqui, sou felizHoy que estás aquí soy feliz
Diga-me que não vais emboraDime que no te vas a ir
Tão grande é meu amor por ti, minha belaBella es tan grande mi amor
Que sem ti, não quero viverQue sin ti no quiero vivir

Besta, prometo-te que euBestia te prometo que yo
Nunca te abandonareiNunca te abandonaré
No entanto, devo partirSin embargo debo partir
Pois meu pai pode morrerPues mi padre puede morir

Concederei tudo a tiTe concederé todo a ti
De manhã, sairás daquiDe mañana saldrás ahí
Quando quiseres voltarCuando quieras regresar
Só precisas colocar teu anel sobre a mesaNo tienes ma que poner tu sortija sobre la mesa
Na hora em que tu dormires, adeus, BelaA la hora en que tú duermas, adiós Bella

A besta caminha em silêncio em sua vigíliaCamina en silencio la bestia en su desvelo
À beira do esquecimento, sua alma despertouAl borde del olvido su alma despertó
O eco mais sombrio ressoa nos sinosEl eco más funesto detonan las campanas
Escurecendo o céu no velho relógioEnsombresiendo el cielo en el viejo reloj

Suspiros nas trevas, entre velas negrasSuspiros en tinieblas, entre velas negras
Num instante, o céu desapareceuEn un instante el cielo se desvaneció
Nos vales escuros, vivem suas memóriasEn los valles oscuros vivien sus recuerdos
As asas do destino são sua salvaçãoLas alas del destino son su salvación

Composição: Ramón Alfredo Escamilla Jiménez. Essa informação está errada? Nos avise.

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