This Cursed Blood
All my failures begging for an end.
These false promises becoming anchors
Drowning with the hopes of something real.
Estranged to this person I've become
I feel contempt and diseased.
Solidifying my hatred of forced existence.
Pestilence pulses through my veins
Paralyzing me.
It keeps me from draining it all.
This place I dwell is a hollowed man.
Boarded up and black with rot.
I dream in better lights with less reflection.
Shadows upon shadows cast inside
Like death masks piled on until there’s no identity.
I know there must be more to me.
I raise my eyes upward, into the night.
Into the darkness that existed before the light.
Downward to death, the foundation of all life.
Sigil marked for non-existence.
This cursed blood can't kill what's already dead inside.
It becomes misplaced to those I call friends.
As I attempt to terraform this misery.
Caustic is my nature.
Eroding life around me
Self-hatred binds my will to change.
As a lion let me drink from blood of your Christ
Awaiting salvation with open jaws
Shepherding hope into the belly of the beast.
Digesting tired faith and shitting out lies
I don't deserve happiness.
I haven't earned the right to self-peace.
Preservation through malice is the irony
As I'm consumed with thoughts of death.
When time comes
I'll enter my forest with no ribbon, just rope.
This Blood Maldito
Todos os meus fracassos implorando por um fim.
Essas falsas promessas tornar âncoras
Afogamento com as esperanças de algo real.
Alheio a essa pessoa que eu me tornei
Eu sinto desprezo e doentes.
Solidificando o meu ódio de existência forçada.
Pulsos Pestilence através de minhas veias
Me paralisando.
Ele me impede de drenagem tudo.
Este lugar que eu moro é um homem oco.
Tapadas e preto com podridão.
Eu sonho em melhores luzes com menos reflexo.
Sombras sobre sombras dentro
Como máscaras mortuárias empilhadas até que não há identidade.
Eu sei que deve haver mais para mim.
Eu levanto os meus olhos para cima, para a noite.
Na escuridão que existia antes da luz.
Para baixo, para a morte, o fundamento de toda a vida.
Sigil marcado para a não-existência.
Este sangue amaldiçoado não pode matar o que já está morto por dentro.
Torna-se deslocada para aqueles que eu chamo amigos.
Como eu tentar terraformar esta miséria.
Cáustica é a minha natureza.
Corroendo a vida em torno de mim
Auto-ódio se liga a minha vontade de mudar.
Como um leão, deixe-me beber do sangue do seu Cristo
Aguardando a salvação com a boca aberta
Pastoreio esperança no ventre da besta.
Digerindo fé cansada e cagando mentiras
Eu não mereço felicidade.
Eu não ganhou o direito de auto-paz.
Preservação por malícia é a ironia
Como eu estou consumido com pensamentos de morte.
Quando o tempo vem
Eu vou entrar na minha floresta sem fita, só corda.