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Letra

    Feitos do pó, varridos do chão, sem chão se moldam
    À deriva dos ventos que sopram pra longe de onde de onde se pode alcançar
    Esculpidos em seus próprios desejos sem freios, sem meios
    Se vão e às vezes não voltam mais

    Geralmente a gente esquece quem somos, quem fomos
    E na busca insasiável, do desejo memorável que nunca existiu
    Da alegria irradiante de quem nunca sorriu
    Do luto e do semblante de quem a vida nunca conheceu, esquecemos do meu eu
    Afogados em um oceano de vaidade, morremos com as próprias mãos

    De onde vieram essas flores que caem sem um jardim?
    Se há esperança de gotas de chuva que caem sobre mim
    Em um oceano onde a Lua não pode influenciar
    Te resta a escolha da maré que deseja enfrentar


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