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De Repente de Lá Pra Cá e Dirrepente de Cá Pra Lá

André da Mata

Letra

    Há quem diga: Peregrino
    Mas o certo é que o destino é liberdade
    Meu caminho naveguei (naveguei)
    No oceano da saudade
    O meu sonho em Pernambuco aportou
    Nessa terra gente doce me abraçou
    Um novo lar pra viver
    Trabalhar, ver meu filho crescer
    Longe da inquisição
    Que voltou dizendo não
    Vi meu povo padecer

    (Minha gente)
    Eita, gente arretada, não se cansa de lutar
    Pega na enxada, marca o seu lugar
    Eita gente arretada vai seguir a sua fé
    Pra ganhar um novo mundo no balanço da maré
    Meu peito chora, vai, meu irmão
    Os nossos ventos sopram outra direção

    Levo na bagagem esperança
    E sigo um norte para a sorte me encontrar
    Nesse mar tem cobrança
    A minha prata até pirata quer levar
    Mas quando o tempo se abriu
    Noviorque sorriu, se rebatizou
    Ficou a mensagem
    Gravada na imagem
    No chão que o inglês conquistou
    Valeu a pena esse poema eternizar
    A paz liberta, é voz a cantar
    A minha bandeira é chama altaneira
    E jamais se apagará

    Corri pra ver, pra ver quem era
    Eu nem preciso falar
    No ninho da águia
    Na rua de um sabiá
    Meu coração foi morar

    Composição: Alexandre Fernandes / Ari Jorge / Bira / Celso Lopes / Charlles André / Rafael Gigante / Wando. Essa informação está errada? Nos avise.

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