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Interior

André Teixeira

Tierra Adentro

Yo traigo del capataz
El sentir de los camperos
Del peón esos añelos
De andar abriendo tranqueras
Pa’ que cruzen los recuerdos
En las noches galponeras
Canciones de patrias viejas
Que trae el viento pampero

Conservo cosas antiguas
Como extensiones del alma
Poncho-patria, nazarenas
Recao’, sombrero, viguela...
Tesoros que son sencillos
Lucecitas que reflejan
Una vida que se aleja
Pero no pierde su brilho

Aprendi con los mayores
Las enseñanzas del campo
Hay tantos que tienen tanto
Y casi todo les falta
La vida más olvidada
Sienpre tiene su sentido
Y a veces quien poco tiene
Por dentro es mucho más rico

Si preguntaren quien soy
Digo que soy lo que canto
Y al cantar vivo opinando
Pa’ no perdeme jamás
Criolla sangre del tiempo
Que corre libre en mis venas
Pues no han inventao’ cadenas
Pa’ quien nació:... tierra adentro!

Por eso llevo estas coplas
- Memoria contra el olvido -
Pa’ que mi raza ameríndia
Vuelva a cruzar los caminos
En el cantar de esa gente
Que es mi razón y destino
Y pa’ que el saber de los padres
Siga en la voz de sus hijos.

Yo soy el grito del tero
En las llanuras del pampa
Yo soy el guacho que canta
En viejos patios de tierra
Criolla sangre del tiempo
Que corre libre en mis venas
Pues no han inventao’ cadenas
Pa’ quien nació:... tierra adentro!

Interior

Eu trago o capataz
A sensação dos campistas
Peão estes añelos
Abertura da Marcha portas
Memórias Pa 'Cruzen
Na noite galponeras
Velhas canções patrióticas
Isso traz pampero

Eu guardo as coisas velhas
Como extensões da alma
Poncho país, Nazareno
Chapéu Recao 'viguela ...
Tesouros que são simples
Luzes que refletem
A vida fora
Mas não perca seu Brilho

Eu aprendi com a maior
Lições do campo
Há muitas pessoas que têm tanto
E a maioria deles não têm
A vida esquecida
Bolonia faz sentido
E às vezes ele tem pouco
Dentro é muito mais rica

Se você perguntar em quem eu sou
Eu digo que eu sou o que eu cantar
E quando canta ao vivo revendo
Perdeme Pa 'nunca
Nativo sangue tempo
Livre executado em minhas veias
Eles têm não inventao «cadeias
Pa 'que nasceu: ... interior!

Então eu levo esses versos
- Memória contra o esquecimento -
"Assim que a minha raça ameríndia
Re-estradas que atravessam as
No Cântico das pessoas
Essa é a minha razão e destino
E pa 'que o conhecimento dos pais
Siga a voz de seus filhos.

Eu sou o grito do útero
Nas planícies dos pampas
Eu sou o bastardo que canta
Terreno em pátios antigos
Nativo sangue tempo
Livre executado em minhas veias
Eles têm não inventao «cadeias
Pa 'que nasceu: ... interior!

Composição: Xiru Antunes, Martim Cesar, Andre Teixeira