Carnaval de Brasil
La musa es una sola musa
O es una serpiente de muchas cabezas,
Los buscadores de promesas,
La tientan con cerveza,
Si se va puede volver, el día menos pensado,
Para darle su consuelo , al poeta mal hablado.
No son mujeres ausentes, no son cuchillos en los dientes,
No son martes de carnaval de Brasil,
No son canciones urgentes,
No son asuntos pendientes,
No son martes de carnaval de Brasil,
(tristeza não tem fim)
Habrá que desenvainar las espadas del texto,
Y escribir una canción aunque no haya algún pretexto,
Y dedicársela al primero que pase caminando,
Al que se quedó pensando, al que no quiere pensar,
Al olvido selectivo, a la memoria perdida,
A los de los pedazos de vida que no vamos a perder… jamás.
No son mujeres ausentes, no son cuchillos en los dientes,
No son martes de carnaval de Brasil,
No son canciones urgentes,
No son asuntos pendientes,
No son martes de carnaval de Brasil,
Carnaval do Brasil
A musa é uma só musa
Ou é uma serpente de muitas cabeças,
Os buscadores de promessas,
A tentam com cerveja,
Se ela for, pode voltar, no dia menos pensado,
Pra dar seu consolo, ao poeta mal falado.
Não são mulheres ausentes, não são facas nos dentes,
Não são terças de carnaval do Brasil,
Não são canções urgentes,
Não são assuntos pendentes,
Não são terças de carnaval do Brasil,
(tristeza não tem fim)
Vai ter que desembainhar as espadas do texto,
E escrever uma canção, mesmo sem pretexto,
E dedicar pra quem passar caminhando,
Pra quem ficou pensando, pra quem não quer pensar,
Pro esquecimento seletivo, pra memória perdida,
Pra aqueles pedaços de vida que não vamos perder… nunca.
Não são mulheres ausentes, não são facas nos dentes,
Não são terças de carnaval do Brasil,
Não são canções urgentes,
Não são assuntos pendentes,
Não são terças de carnaval do Brasil,
Composição: Andrés Calamaro, Cachorro López