Los Divinos
Cuando un cántaro se rompe,
y no hay monedas en la fuente.
Cuando uno se despierta,
y ya no es indiferente.
Y no existen los destinos,
ni siquiera los divinos,
desafinan los metales,
sin principios ni finales.
La ciudad se queda sola
y nadie me da bola.
Hoy es hoy, ayer fue hoy, ayer...
Cuando te quedas adentro,
mientras se derrite el centro.
Siempre hay alguien al costado,
sin aire acondicionado.
Y no existen los relojes,
el verano esta caliente,
desafinan los pianos,
como todos los veranos.
La ciudad se queda sola,
y nadie te da bola.
Hoy es hoy, ayer fue hoy, ayer...
Y no existen los destinos,
ni siquiera los divinos,
desafinan los metales,
sin principios ni finales.
La ciudad se queda sola,
y nadie, nadie, nadie te da bola.
Hoy es hoy, ayer fue hoy, ayer
Os Divinos
Quando um cântaro se quebra,
e não tem moedas na fonte.
Quando a gente acorda,
e já não é indiferente.
E não existem os destinos,
nem mesmo os divinos,
desafinam os metais,
sans princípios nem finais.
A cidade fica sozinha
e ninguém me dá atenção.
Hoje é hoje, ontem foi hoje, ontem...
Quando você fica dentro,
enquanto o centro derrete.
Sempre tem alguém do lado,
sans ar-condicionado.
E não existem os relógios,
o verão tá pegando fogo,
desafinam os pianos,
como todos os verões.
A cidade fica sozinha,
e ninguém te dá atenção.
Hoje é hoje, ontem foi hoje, ontem...
E não existem os destinos,
nem mesmo os divinos,
desafinam os metais,
sans princípios nem finais.
A cidade fica sozinha,
e ninguém, ninguém, ninguém te dá atenção.
Hoje é hoje, ontem foi hoje, ontem.
Composição: Andrés Calamaro