Estadio Azteca
Prendido
A tu botella vacía
Esa que antes, siempre tuvo gusto a nada
Apretando los dedos
Agarrándole, dándole mi vida
A ese para-avalanchas
Cuando era niño
Y conocí el estadio Azteca
Me quedé duro, me aplastó ver al gigante
De grande me volvió a pasar lo mismo
Pero ya estaba duro mucho antes
Dicen que hay
Dicen que hay
Un mundo de tentaciones
También hay caramelos
Con forma de corazones
Dicen que hay
Bueno, malo
Dicen que hay más o menos
Dicen que hay algo que tener
Y no muchos tenemos
Y no muchos tenemos
Gracias le doy a la virgen, gracias le doy al señor
Porque entre tanto rigor, y habiendo pedido tanto
No perdí mi amor al canto ni mi voz, como cantor
Prendido
A tu botella vacía
Esa que antes, siempre tuvo gusto a nada
Atención pido al silencio
Y silencio a la atención
Que voy en esta ocacion si me ayuda la memoria
A contarles que a mi historia le faltaba lo mejor
Estádio Azteca
Prendido
Na sua garrafa vazia
Aquela que antes, sempre tinha gosto de nada
Apertando os dedos
Segurando, dando minha vida
Pra esse para-avalanches
Quando eu era criança
E conheci o estádio Azteca
Fiquei paralisado, me esmagou ver o gigante
Quando cresci, aconteceu a mesma coisa
Mas eu já estava paralisado muito antes
Dizem que tem
Dizem que tem
Um mundo de tentações
Também tem balas
Com forma de corações
Dizem que tem
Bom, ruim
Dizem que tem mais ou menos
Dizem que tem algo pra ter
E não muitos têm
E não muitos têm
Agradeço à virgem, agradeço ao senhor
Porque entre tanto rigor, e tendo pedido tanto
Não perdi meu amor pelo canto nem minha voz, como cantor
Prendido
Na sua garrafa vazia
Aquela que antes, sempre tinha gosto de nada
Atenção peço ao silêncio
E silêncio à atenção
Que vou nesta ocasião, se a memória ajudar
Contar que à minha história faltava o melhor
Composição: Andrés Calamaro / Marcelo Scornik