Tu Pavada
La última noche que me animo a recordar
Es la misma madrugada
Que guardaste en tu placar.
La verdad es que me alegro
Y se muy bien que para vos
Olvidarme es tu mayor felicidad.
Además no te cuesta nada,
Ya me conforma ser tu juego,
Tu pavada.
Hoy sería infeliz si no me haces sufrir,
Si no me haces sufrir.
La primera mañana que me hiciste disfrutar
Fue un domingo a la tarde en realidad
Me causó y todavía llevo ese horror en mi piel,
Ese horror en mi piel.
Sigo vivo solo si sé lo que haces,
Lo que haces.
Si sé lo que haces.
Nadie me va a convencer
De que esto no esté bien.
Mis lágrimas ya no hacen ruido
Tras la puerta todo tapa tu gemido.
No me dejes nunca simbiosis de terror,
No respiro sin esa humillación, por favor
No pares nunca, mi único orgullo es
Saber que sos tan puta.
Prohibido quejarme si yo fui tu creador,
Soy como frankenstein
Pero no soy doctor.
Soy como frankenstein, pero no soy doctor.
Soy un enfermo, el que más enferma
Soy quién te enseño a pulirme con la lengua.
Tengo amigos que respiran tu conducta indecente
Y te arrancarían la ropa con los dientes,
Con los dientes
Con los dientes.
Si me voy a llorar a la iglesia,
A la mezquita, el templo, el cementerio…
Soy como un prócer despertando su tormento
Para algunos soy pajero y enfermo,
Por fin tengo un quebranto out of the record.
Out of the record.
Nada más es más lindo que esto que es tan feo
Pronto todos me dirán no te escucho,
No te veo, no te creo,
No te quiero.
Sua Palhaçada
A última noite que me animo a lembrar
É a mesma madrugada
Que você guardou no seu armário.
A verdade é que fico feliz
E sei muito bem que pra você
Me esquecer é sua maior felicidade.
Além disso, não te custa nada,
Já me conformo em ser seu jogo,
Sua palhaçada.
Hoje eu seria infeliz se não me faz sofrer,
Se não me faz sofrer.
A primeira manhã que me fez aproveitar
Foi um domingo à tarde, na verdade
Me causou e ainda carrego esse horror na minha pele,
Esse horror na minha pele.
Continuo vivo só se sei o que você faz,
O que você faz.
Se sei o que você faz.
Ninguém vai me convencer
De que isso não tá certo.
Minhas lágrimas já não fazem barulho
Atrás da porta tudo abafa seu gemido.
Não me deixe nunca essa simbiose de terror,
Não respiro sem essa humilhação, por favor
Não pare nunca, meu único orgulho é
Saber que você é tão vagabunda.
Proibido reclamar se eu fui seu criador,
Sou como Frankenstein
Mas não sou doutor.
Sou como Frankenstein, mas não sou doutor.
Sou um doente, o que mais adoece
Sou quem te ensinou a se polir com a língua.
Tenho amigos que respiram sua conduta indecente
E te arrancariam a roupa com os dentes,
Com os dentes
Com os dentes.
Se eu for chorar na igreja,
Na mesquita, no templo, no cemitério…
Sou como um herói despertando seu tormento
Para alguns sou um idiota e doente,
Finalmente tenho um quebranto fora da gravação.
Fora da gravação.
Nada mais é mais lindo que isso que é tão feio
Logo todos vão me dizer não te escuto,
Não te vejo, não te creio,
Não te quero.