POR NO DECIR TU NOMBRE (part. MARLENA)
Uh uh uh uh
Esta canción la escribo para que no te guste
Tú que sabes de todo desde el sofá de tu casa
De las cepas que pasan, sin estudio ni ciencia
De volcanes, pandemias sobre tu tierra plana
De tu media palabra escondido en las redes
De ese tiempo que pierdes repitiendo amenazas
Pero vengo a ofrecerte las flores que no te dieron
Proponerte la risa en un duelo de madrugada
Ahora dime cuánto quisieras no sentir esa pena
Ni esa soledad que te quema libre, por fin, del ruido
Que mi voz se lleve al olvido todo lo que has sufrido
Si te hicieron grande sin haber crecido
Ooooh
Ooooh
Esta canción la escribo por no decir tu nombre
Eres una cobarde protegida en pantallas
Eres cacerolada privatizando sueños
Y a tu falta de besos nadie le debe nada
Pero vengo a ofrecerme de amigo en tu recreo
Prometerte, sincero, que no dejaré que caigas
Ahora dime cuánto quisieras no sentir esa pena
Ni esa soledad que te quema libre, por fin, del ruido
Que mi voz se lleve al olvido todo lo que has sufrido
Si te hicieron grande sin haber crecido
Y ahora yo soy también la que pierde
La batalla y dos años de exilio
Me comió la lengua el personaje
El negocio, las marcas, lo mismo
Lo di todo por ese desastre
Que tanto enredó mi camino
Y aún así no reniego de lo que he sentido cariño
Ahora dime cuánto quisieras no sentir esa pena
Ni esa soledad que te quema libre, por fin, del ruido
Que mi voz se lleve al olvido todo lo que has sufrido
Que te hicieron sueño sin haber dormido
Que te hicieron grande sin haber crecido, oooh
Quien pudiera cambiarte la suerte
Si nadabas a contracorriente
Uoooooh
Y ninguna mirada de frente
Si te hicieron daño
No hagas tu lo mismo
POR NÃO DIZER SEU NOME (part. MARLENA)
Uh uh uh uh
Esta canção eu escrevo para que você não goste
Você que sabe de tudo do sofá da sua casa
Das cepas que passam, sem estudo ou ciência
De vulcões, pandemias sobre sua terra plana
De sua meia palavra escondida nas redes
Desse tempo que você perde repetindo ameaças
Mas venho te oferecer as flores que não te deram
Propor o riso em um luto de madrugada
Agora me diga o quanto você gostaria de não sentir essa dor
Nem essa solidão que te queima livre, finalmente, do barulho
Que minha voz leve ao esquecimento tudo o que você sofreu
Se te fizeram grande sem ter crescido
Ooooh
Ooooh
Esta canção eu escrevo por não dizer seu nome
Você é uma covarde protegida em telas
Você é panelaço privatizando sonhos
E à sua falta de beijos ninguém deve nada
Mas venho me oferecer como amiga em seu recreio
Prometer, sincera, que não deixarei você cair
Agora me diga o quanto você gostaria de não sentir essa dor
Nem essa solidão que te queima livre, finalmente, do barulho
Que minha voz leve ao esquecimento tudo o que você sofreu
Se te fizeram grande sem ter crescido
E agora eu também sou a que perde
A batalha e dois anos de exílio
O personagem me comeu a língua
O negócio, as marcas, a mesma coisa
Dei tudo por esse desastre
Que tanto enroscou meu caminho
E ainda assim não renego o que senti carinho
Agora me diga o quanto você gostaria de não sentir essa dor
Nem essa solidão que te queima livre, finalmente, do barulho
Que minha voz leve ao esquecimento tudo o que você sofreu
Que te fizeram sonho sem ter dormido
Que te fizeram grande sem ter crescido, oooh
Quem pudesse mudar sua sorte
Se nadava contra a correnteza
Uoooooh
E nenhum olhar de frente
Se te fizeram mal
Não faça o mesmo
Composição: Andrés Suaréz, Ana Legazpi