Shadow of Lucent Moon
Tears escape from my eyes
As I'm reminded once again
By the failure of our kind
We're closing up this shop for good
Since we plundered all that we could
What will it take for you to open up your squinting eyes
It's who we are
It's who we are
You can't own what you loan
A short time we've claimed this soil
Which really is no mans land
Time is short, we're running out
But not of ideas of how to squeeze out
The last drops of the borrowed world we call our own
It's who we are
Can we accept and just go on?
It's who we are
We're trading off the breaking dawn
Unknowing you blend into the dough
Handing your votes to those who are thought of to know
What is left to say
It's sickening me when they're raking in
They couldn't care less as long as they win
It's sickening me when those who have it all
Elbows others to get some more
It's sickening that they'd rather rape the earth
And claim that they're just quenching out thirst
It's sickening how we choose to neglect
How it all unfolds
A vestigial prophecy
Of tomorrows floating orb of debris
A faded memory
Drained out it monuments
The echoes of ashamed lament
Of what evolved from silent consent
As a phantom of the past
Holding the cast
As the shadow of a lucent moon
Burned out light years too soon
Benighted we fail to attune
This acheronian state, is it our fate
Way out of sight
Absorbed by night
An endless line
Running past the signs
Thus condoning tha fall of all
Shadow of a lucent moon
Burned out light years too soon
Benighted we fail to attune
This acheronian state, is it our fate
Way out of sight
Absorbed by night
It's sickening me how we're wearing down
What is in our care to hand it on
It's sickening me how we fail to see
That all of this just ain't meant for you and me
Sombra da Lua Luminosa
Lágrimas escapam dos meus olhos
Enquanto sou lembrado mais uma vez
Pela falha da nossa espécie
Estamos fechando essa loja de vez
Desde que saqueamos tudo que pudemos
O que vai levar você a abrir seus olhos apertados?
É quem somos
É quem somos
Você não pode possuir o que empresta
Por pouco tempo reivindicamos esse solo
Que na verdade é terra de ninguém
O tempo é curto, estamos ficando sem
Mas não de ideias de como extrair
As últimas gotas do mundo emprestado que chamamos de nosso
É quem somos
Podemos aceitar e seguir em frente?
É quem somos
Estamos trocando o amanhecer quebrado
Inconscientemente você se mistura à massa
Entregando seus votos a quem se acha que sabe
O que resta a dizer?
Me dá ânsia quando eles estão arrecadando
Eles não estão nem aí, contanto que vençam
Me dá ânsia quando aqueles que têm tudo
Empurram os outros pra conseguir mais
É revoltante que eles prefiram estuprar a terra
E alegar que estão apenas saciando a sede
É revoltante como escolhemos negligenciar
Como tudo se desenrola
Uma profecia vestigial
Do orbe flutuante de detritos do amanhã
Uma memória desbotada
Drenada em seus monumentos
Os ecos de um lamento envergonhado
Do que evoluiu do consentimento silencioso
Como um fantasma do passado
Segurando o elenco
Como a sombra de uma lua luminosa
Queimada anos-luz cedo demais
Cegos, falhamos em sintonizar
Esse estado acheroniano, é nosso destino?
Fora de vista
Absorvidos pela noite
Uma linha sem fim
Passando pelos sinais
Assim, condescendendo com a queda de todos
Sombra de uma lua luminosa
Queimada anos-luz cedo demais
Cegos, falhamos em sintonizar
Esse estado acheroniano, é nosso destino?
Fora de vista
Absorvidos pela noite
É revoltante como estamos desgastando
O que está em nossos cuidados para passar adiante
É revoltante como falhamos em ver
Que tudo isso simplesmente não é pra você e pra mim