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Nas Profundezas das Águas

Andromeda

In The Deepest Of Waters

In the depths I saw something beckoning me
An ugly shape deep down in the sea
In the corner of my eye, an inner world so blind
But I know, yes I know; it's only in my mind

In the depths I mirror myself, twisted reflections
It is not me, must be a wicked imagination
In the language of sorrow at the bottom of the sea
The shape turns it's head and speaks to me

I am too many for my shadow on the wall
Into the deepest of water we hand in hand fall
Voices do surround, sadness is unbound
We dive, tranquillity in death is found

A shadow walks beside me, my liquid gemini
As I weep, It laughs, above the silent sky
And as I laugh, It kills me with every passing second,
with every passing second...In the deepest of waters...

I am too many for my shadow on the wall
Into the deepest of waters we hand in hand fall
Voices do surround, sadness is unbound
We dive, tranquillity in death is found...

In the depths I saw something beckoning me
An ugly shape deep down in the sea
In the corner of my eye, an inner world so blind
But I know, yes I know; it's only in my mind

In the language of sorrow at the bottom of the sea
The shape turns its head and speaks to me

Nas Profundezas das Águas

Nas profundezas eu vi algo me chamando
Uma forma feia lá no fundo do mar
No canto do meu olho, um mundo interno tão cego
Mas eu sei, sim, eu sei; é só na minha cabeça

Nas profundezas eu me espelho, reflexos distorcidos
Não sou eu, deve ser uma imaginação maligna
Na língua da tristeza no fundo do mar
A forma vira a cabeça e fala comigo

Sou demais para minha sombra na parede
Nas profundezas das águas, de mãos dadas, caímos
Vozes nos cercam, a tristeza é solta
Mergulhamos, a tranquilidade na morte é encontrada

Uma sombra caminha ao meu lado, meu gêmeo líquido
Enquanto eu choro, ele ri, sob o céu silencioso
E enquanto eu rio, ele me mata a cada segundo que passa,
a cada segundo que passa... Nas profundezas das águas...

Sou demais para minha sombra na parede
Nas profundezas das águas, de mãos dadas, caímos
Vozes nos cercam, a tristeza é solta
Mergulhamos, a tranquilidade na morte é encontrada...

Nas profundezas eu vi algo me chamando
Uma forma feia lá no fundo do mar
No canto do meu olho, um mundo interno tão cego
Mas eu sei, sim, eu sei; é só na minha cabeça

Na língua da tristeza no fundo do mar
A forma vira a cabeça e fala comigo