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Abraço

Angelcorpse

Embrace

What is to be of this pestilience
That makes empires tumble like tears
The dust of millenia - fallen ages
Staunches the flow of dawning horizons
Obscuring -
While the days crumble as their hours unfold
A sensual swooning - prophetic mocking
As the soils swallow the seeds of the past
Each one of us to his own
Embrace
Drowning in hallowed solitude
Swallowing the void
The pallid hope revealed at last
Embrace
"Why should I fret in microcosmic bonds
That chafe the spirit and the mind repress
When through the clouds gleam beckoning beyonds
Whose shining vistas mock man's littleness?"
Throw off those shackles of sufferance
This penance of one thousand ordeals
I wield the scepter of destiny
Choose the means of my own death
Give me both nails and a hammer
Harness those ecstasies of death
Prostrate myself on cruciform
At last...
With swift feet I made my way
Helmed by a cacophony of despair
Deaf to the legacy of youthfullness
And beauty and joy since pined away
Yet now a rush falls upon my ears
Of dripping - whispering words
The hole of emptiness I pour through
Unveils the caress from far beyond
Now no longer can I ignore
What goes before has gone again
The silence of immorality
Satisfied with this one fell step
Plunge beneath the waters -
The freezing embrace of the goddess of death
Quote taken from H.P. Lovecraft's "Phaeton"

Abraço

O que será dessa peste
Que faz impérios desmoronarem como lágrimas
A poeira de milênios - eras caídas
Estanca o fluxo de horizontes que nascem
Obscurecendo -
Enquanto os dias se desmoronam à medida que suas horas se desenrolam
Um desmaio sensual - zombaria profética
Enquanto os solos engolem as sementes do passado
Cada um de nós ao seu modo
Abraço
Afundando em solidão sagrada
Engolindo o vazio
A pálida esperança revelada enfim
Abraço
"Por que eu deveria me preocupar em laços microcósmicos
Que irritam o espírito e reprimem a mente
Quando através das nuvens brilham chamados além
Cujas vistas reluzentes zombam da pequenez do homem?"
Desfaça essas correntes de sofrimento
Essa penitência de mil provações
Eu empunho o cetro do destino
Escolho os meios da minha própria morte
Dê-me tanto pregos quanto um martelo
Domine essas extases da morte
Prostrado em forma de cruz
Finalmente...
Com pés ágeis eu segui meu caminho
Guiado por uma cacofonia de desespero
Surdo ao legado da juventude
E à beleza e alegria que se foram
Mas agora um turbilhão cai sobre meus ouvidos
De palavras gotejantes - sussurrantes
O buraco do vazio pelo qual transbordo
Revela o toque de além
Agora não posso mais ignorar
O que foi antes já se foi de novo
O silêncio da imoralidade
Satisfeito com esse único passo fatal
Mergulhe nas águas -
O abraço congelante da deusa da morte
Citação retirada de "Phaeton" de H.P. Lovecraft

Composição: