Tradução gerada automaticamente
Sangra la nación
Angelo Escobar
Sangra Nação
Sangra la nación
Seu brilho fraude risoBrillan sus risas al fraude
Filosa é o seu palavreadoFilosa es su verborrea
Quem quiser saber que você vêQuien quiera saber que vea
Em palmas surdosSobre los sordos que aplauden
Nas migalhas que deixam seu fedor vagarEn las migajas que dejan su hedor se pasean
Liderando a fomeA la cabeza del hambre
Eu derramarei o meu maré vermelhaVierto mi roja marea
E a alma soa do rioY el alma del río suena
Quando sua voz não é distraçãoCuando su voz no distrae
Para regar a semente que você tem que ver onde ele cairPara regar la semilla hay que ver dónde cae
O preço de seus filhos, seu ar e pãoPonen precio a sus hijos, su aire y su pan
Dentes Van prolíficos por domicílioVan con dientes prolíficos por cada hogar
Mas sei mentir e ganharPero así como saben mintiendo ganar
Desconhecendo as chamasDesconocen las llamas
Desde a voz que chamaDe la voz que reclama
E os Mapuches caído em recuperaçãoY el mapuche caído en recuperación
Na terra tomada para a parte de trás do solEn la tierra usurpada a la espalda del sol
E quem não tem que colocar seu colchãoY quien no tiene donde poner su colchón
E a barriga rechonchuda de demissãoY la tripa llenita de resignación
E quem não tem mãos e exerce um papelY quien tiene las manos y no empuña un rol
Embora perdendo o sono por outro milhãoMientras pierden el sueño por otro millón
Sangra NaçãoSangra la nación
Eles parecem cabeças gigantesLucen cabezas gigantes
Voe os cantosSobrevuelan las esquinas
Luz parece sujaMiradas de luz cochina
Deuses de cada desastreDioses de cada desastre
Que o mundo cabe em suas carteiras imaginarQue el mundo cabe en sus billeteras imaginan
O preço de seus filhos, seu ar e pãoPonen precio a sus hijos, su aire y su pan
Dentes Van prolíficos por domicílioVan con dientes prolíficos por cada hogar
Mas sei mentir e ganharPero así como saben mintiendo ganar
Desconhecendo as chamasDesconocen las llamas
Desde a voz que chamaDe la voz que reclama
E os Mapuches caído em recuperaçãoY el mapuche caído en recuperación
Na terra tomada para a parte de trás do solEn la tierra usurpada a la espalda del sol
E quem não tem que colocar seu colchãoY quien no tiene donde poner su colchón
E a barriga rechonchuda de demissãoY la tripa llenita de resignación
E quem não tem mãos e exerce um papelY quien tiene las manos y no empuña un rol
Embora perdendo o sono com outro milhãoMientras pierden el sueño con otro millón
Sangra NaçãoSangra la nación
Sangra NaçãoSangra la nación



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