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Er Blieb Noch Ein Weilchen Am Leben
Angizia
Er Blieb Noch Ein Weilchen Am Leben
Der graue Herbst hält Einzug auf diesem wunderlichen Totenacker. Ein eiskalter Sturmwind überfiel die Gräber all der lebenden Toten. Verdutzt hocken die fleischarmen Skelette im nassen Laub, das sich in den letzten Stunden zu seltsamen Totenbettchen zusammen getragen hatte. Die Bucklige lehnt - in eine dunkle Decke gehüllt - an ihrer stehend in den Boden gerammten Totenlade. Bertram, der Knecht, lümmelt auf dem Steindeckel der Lewski-Gruft und liebäugelt mit einer Flasche Wodka, die die Totengräber irrtümlich zurück gelassen hatten. Nur einige Gräber weiter kniet ein trübseliger Werkelmann vor dem verregneten Wimmerkasten des Requiempianisten, sein Köpfchen liegt daneben und schielt in das verdrießliche Totenbett, das er am liebsten gar nicht erst verlassen hätte. Zwischen den Grabsteinen, als wäre es ein Kontrollgang, schreitet Kezman voran. Der Werkelmann blieb noch ein Weilchen am Leben - doch der Tod klopfte an.
DIE BUCKLIGE
BERTRAM, DER KNECHT
Er spürte ein seltsames Pochen - der Tod klopfte an.
Sein Schädel griente Fratzen - die letzte Nacht begann.
Die Puppen starrten Löcher.
Die Gräber waren verweht.
Der Spielmann kniete achtsam,
sein Kleid war obsolet.
Er blieb noch ein Weilchen am Leben.
Der Tote blickte nach vorn.
Der Wind blies zuweilen daneben.
Der Tote wär' gern erfroren.
KEZMAN (schreit)
Er spürte die bittere Neige -
der Sensemann schritt auf und ab.
Er schielte ins Totenbett feige -
und klapperte klipp-klapp.
KEZMAN (flüstert)
Der Tote faulte vorwärts,
es brabbelte aus ihm - und dann:
Es brach ein letzter Abend an!
KEZMAN (schreit)
Der Tote faulte vorwärts.
Ein Käfer zog ihn in Bann.
Er hegte sein loses Köpfchen -
und murmelte angst und bang.
Solo Piano
DIE BUCKLIGE
Der Tote faulte vorwärts.
Ein Käfer zog ihn in Bann.
Er hegte sein loses Köpfchen -
und murmelte angst und bang.
KEZMAN (schreit)
Er spürte die bittere Neige -
der Sensemann schritt auf und ab.
Er schielte ins Totenbett feige -
und klapperte klipp-klapp.
Solo Piano.
Ele Ficou Vivo Mais Um Pouco
O outono cinzento chega a este cemitério esquisito.
Um vento gelado e tempestuoso ataca os túmulos de todos os mortos-vivos.
Atônitos, os esqueletos sem carne se encolhem nas folhas molhadas,
que se juntaram em estranhas caminhas de morte nas últimas horas.
A corcunda se encosta - envolta em um manto escuro -
na sua caixa de defunto cravada no chão.
Bertram, o criado, se espreguiça na tampa de pedra da cripta Lewski
e fica de olho em uma garrafa de vodka que os coveiros deixaram para trás.
Apenas alguns túmulos adiante, um operário triste se ajoelha
perante a caixa de lamento do requiem, sua cabecinha ao lado
espiando a cama de morte aborrecida, que ele preferiria não ter deixado.
Entre as lápides, como se fosse uma ronda,
Kezman avança. O operário ficou vivo mais um pouco -
mas a morte bateu à porta.
A CORCUNDA
BERTRAM, O CRIADO
Ele sentiu uma batida estranha - a morte bateu à porta.
Seu crânio fazia caretas - a última noite começou.
As bonecas encaravam sem expressão.
Os túmulos estavam desfeitos.
O músico se ajoelhou com cuidado,
seu traje estava obsoleto.
Ele ficou vivo mais um pouco.
O morto olhava para frente.
O vento soprava de vez em quando.
O morto gostaria de ter congelado.
KEZMAN (grita)
Ele sentiu a amarga inclinação -
o ceifador andava de um lado para o outro.
Ele espiava a cama de morte covardemente -
e batia os dentes, clack-clack.
KEZMAN (sussurra)
O morto apodrecia para frente,
saía um murmúrio dele - e então:
Uma última noite começou!
KEZMAN (grita)
O morto apodrecia para frente.
Um inseto o prendia.
Ele cuidava de sua cabecinha solta -
e murmurava com medo e apreensão.
Solo de Piano
A CORCUNDA
O morto apodrecia para frente.
Um inseto o prendia.
Ele cuidava de sua cabecinha solta -
e murmurava com medo e apreensão.
KEZMAN (grita)
Ele sentiu a amarga inclinação -
o ceifador andava de um lado para o outro.
Ele espiava a cama de morte covardemente -
e batia os dentes, clack-clack.
Solo de Piano.



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