Ordinary Madness
Lost in a cold dark garden alone
My only company
Night blooming dementia
Bittersweet blossom bloom of madness
The sharp knife in the mind
Kills the devil in the soul
The sun's light blotted out
Skies filled with savage black birds
Devouring creation, devouring my heart
My soul, a multitude starving
Like the dawn of creation
We awaken to a new day
A day of confronting reality
That dark satin veil, pierced
Cold steel poles to invade my flesh
Felicity burned by the red hot
Fiery coals of desire
The white hot sun burning
Like the eye of God watching
The sharp knife in the mind
Kills the devil in the soul
The dark satin veil pierced
That cold steel finger in my brain
Just may bring peace
On sunshine days
When we cast no shadow
And the heat's baked our mind
Into lonely submission
Then is when we realize
Something as thin as the web of a spider
Holds us back from
Ordinary madness
Loucuras Comuns
Perdido em um jardim escuro e frio, sozinho
Minha única companhia
Demência que floresce à noite
Flor amarga e doce da loucura
A faca afiada na mente
Mata o diabo na alma
A luz do sol apagada
Céus cheios de pássaros negros selvagens
Devorando a criação, devorando meu coração
Minha alma, uma multidão faminta
Como o amanhecer da criação
Despertamos para um novo dia
Um dia de encarar a realidade
Aquele véu de cetim escuro, perfurado
Postes de aço frio invadindo minha carne
Felicidade queimada pelo calor intenso
Carvões ardentes do desejo
O sol escaldante queimando
Como o olho de Deus observando
A faca afiada na mente
Mata o diabo na alma
O véu de cetim escuro perfurado
Aquele dedo de aço frio no meu cérebro
Pode trazer paz
Em dias ensolarados
Quando não projetamos sombra
E o calor assou nossa mente
Em submissão solitária
Então é quando percebemos
Que algo tão fino quanto a teia de uma aranha
Nos impede de
Loucuras comuns