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Afundando

Angkor Wat

Sinking

Sinking in a sea of emptiness, alone
A solitude, an isolation, to living men unknown
Shadows of memories dance across my mind
Just beyond reach with the passing of time
Searching with blinded eyes
For a truth that once was
Feeling so alive
My mortality I deny
Shadows of memories
Dance across my mind
Now totally lost to the ghost of remembrance
No tears can I cry to quench the thirst of suffering
Looking on life as the altar with a saddened familiarity
Only now in madness can I see the simplicity
Silence of loneliness roars in my ears
My own heartbeat rhythm I've grown to fear
Seven times eternity I'm sentenced this living death
Grief and agony multiply with each and every breath
Blackness of space, vast space of time
To richness of life, my heart now blind
Memories of the past now torture my mind
Suffering for eternity no rest in dying
On stone ears fall my cries
Shadows of memories dance across my mind
Now barely able to bring me to another time
A time taken as something owed
Looking back I wish I'd chosen a different road
Now totally lost to the ghost of remembrance
No tears can I cry to quench the thirst of suffering
Each pain filled moment alone another black
Cross to bear
Silence the loneliness roars in my ears
On stone ears fall my cries

Afundando

Afundando em um mar de vazio, sozinho
Uma solidão, uma isolação, desconhecida para os homens vivos
Sombras de memórias dançam na minha mente
Apenas fora de alcance com o passar do tempo
Buscando com olhos vendados
Por uma verdade que já foi
Sentindo-me tão vivo
Minha mortalidade eu nego
Sombras de memórias
Dançam na minha mente
Agora totalmente perdido para o fantasma da lembrança
Nenhuma lágrima posso chorar para saciar a sede do sofrimento
Olhando para a vida como um altar com uma familiaridade entristecida
Só agora na loucura posso ver a simplicidade
O silêncio da solidão ruge nos meus ouvidos
O ritmo do meu próprio coração eu aprendi a temer
Sete vezes a eternidade, estou condenado a esta morte viva
Luto e agonia se multiplicam a cada respiração
Escuridão do espaço, vasto espaço do tempo
Para a riqueza da vida, meu coração agora cego
Memórias do passado agora torturam minha mente
Sofrendo por toda a eternidade, sem descanso na morte
Em ouvidos de pedra caem meus gritos
Sombras de memórias dançam na minha mente
Agora mal consigo me levar a outro tempo
Um tempo tomado como algo devido
Olhando para trás, desejo ter escolhido um caminho diferente
Agora totalmente perdido para o fantasma da lembrança
Nenhuma lágrima posso chorar para saciar a sede do sofrimento
Cada momento doloroso sozinho é outra cruz
Para carregar
O silêncio da solidão ruge nos meus ouvidos
Em ouvidos de pedra caem meus gritos