Ahejavo ko nde valle
Iporãva'erãko che, ahejávo ko nde valle
Che ápe nderayhupápente ajuva'ekue ava
Ha ág̃a peina ahecha cruel-va desengaño
Después de unos cuantos años ndacheiha nde jararã
Arribeño hekoitépe asêtante aha otro lado
Otro evy'ami rekávo, ndovaéi añe-entristecé
Ambyasy ahejahague, este valle floreciente
Tal vez-ko ya para siempre ndajuveimava'erã che
Opa laya mboraihu, opaichagua esperanza
Nderehe adepositáva ko'ág̃a peina ipiru
Cheveg̃uarã ko ituju, na hokyvéimane nunca
Jajoperdé hasta la tumba, kuñami akãsa'yju
Ahejáko una carta dirigido a tu pueblo
Ha ndévekatu che verso apúrope ijapopy
Asêta aha mombyry, ¡Adiós, mis buenos amigos!
Ko che amada-gui ajeívo, ahaite ha pombyasy
Despedida do Vale
Seria bom da minha parte deixar este seu vale
Eu vim aqui só por você, cara
E da próxima vez eu vi um desencanto cruel
Depois de alguns anos sem te possuir
Arribeño propriamente dito eu só quero ir para o outro lado
Em busca de outra alegria, eu não deveria ser-entristecido
Lamento ter deixado este vale florescente
Talvez eu não devesse voltar para sempre
Todos os tipos de amor, todos os tipos de esperança
Em você eu deposito agora penteio seco
Para mim isso é velho, nunca mais crescerá
Vamos nos perder para o túmulo, velha
Deixo uma carta endereçada ao seu povo
E para você meu verso é feito às pressas
Vou-me embora, Adeus, meus bons amigos!
Deixando esta minha amada, escrevo e peço desculpas
Composição: Estanislao Benegas