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Tempo Frágil

Anita Lipnicka

Kruchy Czas

Pop³ynie krew,
gdy w cia³o wniknie stal.
Zakrzepnie w barwy przedwieczornych zórz.
poranny deszcz, obmyje karzd¹ z plam.
Lecz jedna myœl nas nie opuœci.

Byæ mo¿e ten ostatni akt,
skoñczy spór, przekona œwiat,
¿e w przemocy ¿aden sens
i nic nie przyjdzie z niej.
Zrodzonym pod z³ym niebem gniewnych gwiazd,
powiedzmy im, ¿e kruch nasz czas.

Wci¹¿ i wci¹¿ niech deszcze mrz¹,
jak ³zy jasnych gwiazd,
jak ³zy jasnych gwiazd.
Wci¹¿ i wci¹¿ niech szepcze deszcz
¿e kruchy nasz czas,
¿e kruchy nasz czas. (x3)

Tempo Frágil

Vai correr o sangue,
quando o aço penetrar no corpo.
Vai se misturar com as cores do crepúsculo.
A chuva da manhã vai limpar cada mancha.
Mas um pensamento não nos deixará.

Talvez este seja o último ato,
fim da briga, vai convencer o mundo,
que na violência não há sentido
e nada virá dela.
Nascidos sob um céu ruim de estrelas raivosas,
digamos a eles que nosso tempo é frágil.

Ainda e ainda, que as chuvas caiam,
como lágrimas de estrelas brilhantes,
como lágrimas de estrelas brilhantes.
Ainda e ainda, que a chuva sussurre
que nosso tempo é frágil,
que nosso tempo é frágil. (x3)

Composição: