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Força Contundente e Cão Farejador

Annabelle Dinda

Blunt Force and Bomb Dog

What I say, what I've said to you
Is a shock to me 'cause it's shining new
The clock gets tired, and the city blue
But they're not the ones dragging me down like they used to

You stood on the inside of your foot
And thought you maybe could
Imagine what I'd say to you

No good, a snap, a wooden cue
You had this look to you
Like someone who liked to know

What I'd say to anyone
What I'd say to anyone
What I
What I'd say to anyone
What I'd say to anyone
What I

What I say, what I've said to you
Is a shock to me 'cause it's shining new
The clock gets tired, and the city blue
But they're not the ones dragging me down like they used to
What's this pain like a pillowed edge
Like a quick spread stain, is it me who bled?
And every chain, every word I've said
Why's it every start hurts just like an end?

A year, they sink a rusted pier
I stare into the green
Of Jersey when it looks grey

Okay, is that what time becomes?
Can stack it on my thumb?
So easy to wipe away

What I'd say to anyone
What I'd say to anyone
What I
What I'd say to anyone
What I'd say to anyone
What I

What I say, what I've said to you
Is a shock to me 'cause it's shining new
The clock gets tired, and the city blue
But they're not the ones dragging me down like they used to
What's this pain like a pillowed edge
Like a quick spread stain, is it me who bled?
And every chain, every word I've said
Why's it every start hurts just like an end?

It feels like a head wound when you utter quiet
My whole life so fine-tuned siphoning light
From the wrong place
To hold and be held in the silence
To lie in its wake is a new kind of violence

'Cause you are a blunt force so flawlessly made
To bruise me with kindness and drown me with praise
And I am the bomb dog especially trained
To look for explosions on beautiful days

Força Contundente e Cão Farejador

O que eu digo, o que eu disse a você
É um choque para mim porque é novidade
O relógio se cansa, e a cidade fica triste
Mas eles não são os que me arrastam para baixo como costumavam

Você ficou de pé na parte interna dos pés
E pensou que talvez pudesse
Imaginar o que eu diria a você

Nada bom, um estalo, um taco de madeira
Você tinha esse olhar
De alguém que gostava de saber

O que eu diria a qualquer um
O que eu diria a qualquer um
O que eu
O que eu diria a qualquer um
O que eu diria a qualquer um
O que eu

O que eu digo, o que eu disse a você
É um choque para mim porque é novidade
O relógio se cansa, e a cidade fica triste
Mas eles não são os que me arrastam para baixo como costumavam
O que é essa dor como uma borda acolchoada
Como uma mancha que se espalha rápido, fui eu quem sangrou?
E cada corrente, cada palavra que eu disse
Por que todo começo dói exatamente como um fim?

Um ano, eles afundam um píer enferrujado
Eu encaro o verde
De Jersey quando parece cinza

Certo, é nisso que o tempo se torna?
Dá para empilhar no meu polegar?
Tão fácil de apagar

O que eu diria a qualquer um
O que eu diria a qualquer um
O que eu
O que eu diria a qualquer um
O que eu diria a qualquer um
O que eu

O que eu digo, o que eu disse a você
É um choque para mim porque é novidade
O relógio se cansa, e a cidade fica triste
Mas eles não são os que me arrastam para baixo como costumavam
O que é essa dor como uma borda acolchoada
Como uma mancha que se espalha rápido, fui eu quem sangrou?
E cada corrente, cada palavra que eu disse
Por que todo começo dói exatamente como um fim?

Parece um ferimento na cabeça quando você profere o silêncio
Minha vida inteira tão bem ajustada drenando a luz
Do lugar errado
Para abraçar e ser abraçado no silêncio
Deitar em seu rastro é um novo tipo de violência

Porque você é uma força contundente feita tão perfeitamente
Para me machucar com gentileza e me afogar com elogios
E eu sou o cão farejador especialmente treinado
Para procurar explosões em dias bonitos

Composição: Annabelle Dinda