Juegos
Soy un niño en el recreo con los dedos llenos de polvo
Juntando hojas pa' no hablar de lo que escondo
Aprendí a correr detrás de todo lo que huye
Y a llamar cariño a todo lo que me destruye
Me lleno el pecho con abrazos de papel
Bailo con cuchillos, cerca de mi piel
Busco en otros el amor que nunca tuve
Y llamo Hogar al dolor que me consume
Tal vez por eso cuando veo luz la apagó
Por qué me asusta lo que brilla demasiado
Antes gritaba y ahora me quedo callado
Por qué dentro de mí siento que algo está dañado
Y ya no espero
Me cansé de ser la tierra en tu agujero
Llevo hibernando casi un invierno entero
Me convencí que el frío es lo que quiero
Y ya no puedo
Me declaro perdedor en estos juegos
Por qué cuando me enamoro me acelero
Nunca freno
Por qué cuando me ilusionó siempre estrelló
Y ya no quiero
Ser un Hola, ¿Cómo Estás? Soy yo de nuevo
Ya ni fumo y me tratas de cenicero
Y si me muero
Porfa ni siquiera vengas al entierro
Creo
Que ya me acostumbré al silencio
De nunca decir lo que siento
Duermo solo con esos versos
Que te escribí a ti
Lo sé
Cada beso roba mi aliento
Y se lleva un pedacito de mí
(Soy verdadero)
(Te mentiria si te dijo que no te quiero)
(Por qué hasta mis demonios te ponen primero)
(Aún sabiendo que tu amor es pasajero)
Y ya no puedo
Me declaro perdedor en estos juegos
Por qué cuando me enamoro me acelero
Nunca freno
Por qué cuando me ilusionó siempre estrelló
Y ya no quiero
Ser un Hola, ¿Cómo Estás? Soy yo de nuevo
Ya ni fumo y me tratas de cenicero
Y si me muero
Porfa ni siquiera vengas al entierro
Soy patético para estos juegos
Por qué no logro apostar un Te quiero
Soy romántico pero sincero
Por qué jugando nunca salgo primero
Jogos
Sou uma criança no recreio com os dedos cheios de poeira
Juntando folhas pra não falar do que escondo
Aprendi a correr atrás de tudo que foge
E a chamar de amor tudo que me destrói
Encho o peito com abraços de papel
Dançando com facas, perto da minha pele
Busco nos outros o amor que nunca tive
E chamo de Lar a dor que me consome
Talvez por isso quando vejo luz eu apago
Porque me assusta o que brilha demais
Antes eu gritava e agora fico calado
Porque dentro de mim sinto que algo está quebrado
E já não espero
Cansei de ser a terra no seu buraco
Estou hibernando quase um inverno inteiro
Me convenci que o frio é o que eu quero
E já não posso
Me declaro perdedor nesses jogos
Porque quando me apaixono eu acelero
Nunca freio
Porque quando me iludo sempre estrello
E já não quero
Ser um Olá, Como Você Está? Sou eu de novo
Já nem fumo e você me trata como cinzeiro
E se eu morrer
Por favor, nem venha ao meu enterro
Acho
Que já me acostumei ao silêncio
De nunca dizer o que sinto
Durmo só com esses versos
Que te escrevi
Eu sei
Cada beijo rouba meu fôlego
E leva um pedacinho de mim
(Sou verdadeiro)
(Te mentiria se dissesse que não te quero)
(Porque até meus demônios te colocam em primeiro)
(Ainda sabendo que seu amor é passageiro)
E já não posso
Me declaro perdedor nesses jogos
Porque quando me apaixono eu acelero
Nunca freio
Porque quando me iludo sempre estrello
E já não quero
Ser um Olá, Como Você Está? Sou eu de novo
Já nem fumo e você me trata como cinzeiro
E se eu morrer
Por favor, nem venha ao meu enterro
Sou patético para esses jogos
Porque não consigo apostar um Te quero
Sou romântico, mas sincero
Porque jogando nunca saio em primeiro
Composição: Juan Andres Zepeda