395px

Ramayana Parte I V - Sri Lanka

Antiquus

Ramayana Part I V - Sri Lanka

Inside these fragrant garden walls,
a silver river wends along.
Water blossoms nod and sway,
their perfume is so strong -
that fading Sita tries,
to resist their whispered song...

I am called Rhakshasa!

Her tears fall in the hoary dust,
as whispered shadows fade and swoon,
illusion slips from Sita's eyes,
casting silver pearls from the Moon,

On the island of Sri Lanka.

Frost stars gleam in the skies of ink,
the groves are stark and chill.
Sita moves and sways entranced to think,
bending to Ravana's will.

She loses clasp and plaited ties,
her garment shivers, fading still.

Then in the gathering clouds up above,
she sees a form springing down.
Hanuman leaping through
the arms of the storm,
Sita removeth her crown.
She says, "Take this now to Rama -
and escape through yonder trees.
Return with my beloved, and
bring this demon to his knees!
Down to his knees!"

Then in the madness of her art,
the demon has no power...
What feeds upon his mighty heart,
drives him raging into the tower.

No shield or armour of the gods,
will lend surcease to the Crimson Flower

Ramayana Parte I V - Sri Lanka

Dentro desses muros de jardim perfumado,
um rio prateado serpenteia.
As flores d'água balançam e acenam,
o perfume delas é tão forte -
que a Sita, já cansada,
tenta resistir à canção sussurrada...

Eu sou chamado de Rhakshasa!

Suas lágrimas caem na poeira cinzenta,
conforme sombras sussurradas desaparecem e desmaiam,
a ilusão escorrega dos olhos de Sita,
lançando pérolas prateadas da Lua,

Na ilha de Sri Lanka.

Estrelas de gelo brilham nos céus de tinta,
os bosques são frios e desolados.
Sita se move e balança, encantada ao pensar,
se curvando à vontade de Ravana.

Ela perde o aperto e os laços trançados,
sua vestimenta treme, ainda desvanecendo.

Então, nas nuvens que se acumulam lá em cima,
elas vêem uma forma descendo.
Hanuman saltando através
dos braços da tempestade,
Sita remove sua coroa.
Ela diz: "Leve isso agora para Rama -
e fuja por aquelas árvores.
Volte com meu amado, e
faça esse demônio se ajoelhar!
Ajoelhar-se!"

Então, na loucura de sua arte,
o demônio não tem poder...
O que se alimenta de seu coração poderoso,
impulsiona-o em fúria para a torre.

Nenhum escudo ou armadura dos deuses,
irá trazer alívio à Flor Carmesim.

Composição: