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Simão Branco

Antonio Aguilar

Simon Blanco

Voy a cantar un corrido sin agravio y sin discurso
De lo que paso en Tres Palos municipio de Acapulco
Mataron a Simón Blanco
Más grande fue su resulto

Su madre se lo decía Simon no vayas al baile
Y Simón le contesto madre no seas tan cobarde
Para que cuidarse tanto
De una vez lo que sea tarde

Cuando Simón llego al baile
Se dirigió a la reunión
Todito le saludaron como era un hombre de honor
Se dijeron los Martínez cayó en las redes el león

Simón Blanco, hombre entre los hombres

Como a las dos de la tarde
Dio principio a la cuestión
Cuando con pistola en mano Adrián Pialon lo caso
Onesímo su compadre
Vilmente lo asesinó

Como a los tres días de muerto
Los Martinez fallecieron
Decían en su novenario
Que eso encerraba un misterio
Porque al matar a un compadre
Era ofender al eterno

Mataron a Simón Blanco era un gallito de traba
Era un gallito muy fino que el gobierno respetaba
Él con su 30 en la mano Simón Blanco se llamaba

Simão Branco

Vou cantar um corrido sem ofensa e sem discurso
Sobre o que aconteceu em Três Palos, município de Acapulco
Mataram Simão Branco
Mas sua resposta foi maior

Sua mãe sempre dizia: Simão, não vai pra festa
E Simão respondeu: mãe, não seja tão covarde
Pra que se cuidar tanto
Se uma hora é tarde demais

Quando Simão chegou na festa
Foi direto pra reunião
Todos o cumprimentaram, pois era um homem de honra
Disseram os Martínez: o leão caiu na armadilha

Simão Branco, homem entre os homens

Por volta das duas da tarde
Começou a confusão
Quando com a pistola em punho, Adrián Pialon o pegou
Onesímo, seu compadre
De forma vil o assassinou

Cerca de três dias após sua morte
Os Martínez faleceram
Diziam no novenário
Que isso tinha um mistério
Porque ao matar um compadre
Era ofender o eterno

Mataram Simão Branco, era um galo de briga
Era um galo muito fino que o governo respeitava
Ele com sua 30 na mão, Simão Branco se chamava

Composição: Delfino Villegas