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Ninguém Como Eu

Antonio José

Nadie Como Yo

Que nadie como yo, no te mientas
Yo sé que nadie te cuidó como yo
Que nadie como yo te hace perder la cabeza
Y, aunque me cueste decirlo, lo mismo me pasa contigo

Si no siento de cerca tu mano
Me paso la noche perdido en ti
Que sin ti en la ventana mirándome
No hay sueños para dormir

Y tú siempre apareces
Al borde de la cama, como en París
Al menos siete meses
Tu olor ha estado vivo junto a mí
Haciendo de las suyas por aquí

Que nadie como yo, no te mientas
Yo sé que nadie te cuidó como yo
Que nadie como yo te hace perder la cabeza
Y, aunque me cueste decirlo, lo mismo me pasa contigo

Tú eres aire que sopla y despeina
Y no hay nadie como tú

A veces caigo en tus ojos, tu ropa, tu beso, tu boca
Dime, ¿quién cura el veneno?
¿Quién rompe el silencio de este enero?

¿Cómo olvido el rizo de tu pelo?
¿O el perfume fresco de tu cuerpo?
Te he perdido el rastro de la gente
Que tú nunca te fuiste de mi piel
Y aquí me tienes otro amanecer

Que nadie como yo (que nadie como yo), no te mientas
Yo sé que nadie te cuidó como yo
Que nadie como yo te hace perder la cabeza
Y, aunque me cueste decirlo, lo mismo me pasa contigo

Que nadie como yo, no te mientas
Yo sé que nadie te cuidó como yo
Que nadie como yo te hace perder la cabeza
Y, aunque me cueste decirlo, lo mismo me pasa contigo

Que nadie como yo, no te mientas
Yo sé que nadie te cuidó como yo
Que nadie como yo te hace perder la cabeza
Y, aunque me cueste decirlo, lo mismo me pasa contigo

Tú eres aire que sopla y despeina
Y no hay nadie como tú

Ninguém Como Eu

Que ninguém como eu, não se engane
Eu sei que ninguém te cuidou como eu
Que ninguém como eu te faz perder a cabeça
E, mesmo que me custe dizer, o mesmo acontece contigo

Se não sinto sua mão perto de mim
Passo a noite perdido em você
Que sem você na janela me olhando
Não há sonhos pra dormir

E você sempre aparece
À beira da cama, como em Paris
Pelo menos sete meses
Seu cheiro tem estado vivo ao meu lado
Fazendo das suas por aqui

Que ninguém como eu, não se engane
Eu sei que ninguém te cuidou como eu
Que ninguém como eu te faz perder a cabeça
E, mesmo que me custe dizer, o mesmo acontece contigo

Você é o ar que sopra e bagunça
E não há ninguém como você

Às vezes me perco nos seus olhos, sua roupa, seu beijo, sua boca
Me diz, quem cura o veneno?
Quem quebra o silêncio deste janeiro?

Como esqueço o jeito do seu cabelo?
Ou o perfume fresco do seu corpo?
Perdi o rastro da galera
Que você nunca saiu da minha pele
E aqui estou eu, mais um amanhecer

Que ninguém como eu (que ninguém como eu), não se engane
Eu sei que ninguém te cuidou como eu
Que ninguém como eu te faz perder a cabeça
E, mesmo que me custe dizer, o mesmo acontece contigo

Que ninguém como eu, não se engane
Eu sei que ninguém te cuidou como eu
Que ninguém como eu te faz perder a cabeça
E, mesmo que me custe dizer, o mesmo acontece contigo

Que ninguém como eu, não se engane
Eu sei que ninguém te cuidou como eu
Que ninguém como eu te faz perder a cabeça
E, mesmo que me custe dizer, o mesmo acontece contigo

Você é o ar que sopra e bagunça
E não há ninguém como você

Composição: Antonio Jose Sanchez Machuecos / David Santisteban Marcos / Kai Echaniz Jiménez