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Um Pouquinho de Você

Antonio Orozco

Un Poquito de Ti

Una tormenta de color es tenerte
y el amor que se escapa
se amontona en la casa.

Cuento palabras
cada vez que me hablas,
me disculpo si duermo
y me pierdo tu calma.

Mira cómo viene abril,
todo el remedio está aquí.

Cada pedazo de los días que paso
me sostienes la vida
bien cogido a tu mano.

Son melodías lo que abarcan tus brazos
y me parece mentira tanto como me has dado.

Sólo un poquito de ti,
toda una vida pa' mí.

Los lamentos ya no sirven, son colores.
Ya no hay miedo, son sabores.
No hay silencios, no hay rumores,
son amores de a poquito.
Voy cosiendo los telones,
son las velas que me llevan
despacito y que me enseñan de a poquito
tus rincones.

En cada línea del guión de mi vida,
las que saben de suerte,
las que quieren por siempre.

Somos los dueños del secreto del duende,
del que dicen que habla,
del que habla y no miente.

Sólo un poquito de ti
toda una vida pa' mí.

Los lamentos ya no sirven, son colores.
Ya no hay miedo, son sabores.
No hay silencios, no hay rumores,
son amores de a poquito.
Voy cosiendo los telones,
son las velas que me llevan
despacito y que me enseñan de a poquito...

Los lamentos ya no sirven, son colores.
Ya no hay miedo, son sabores.
No hay silencios, no hay rumores,
son amores de a poquito.
Voy cosiendo los telones,
son las velas que me llevan
despacito y que me enseñan de a poquito
tus rincones.

Se me va llevando, se me va llevando...

Um Pouquinho de Você

Uma tempestade de cor é te ter
E o amor que escapa
Se acumula na casa.

Conto palavras
Toda vez que você fala comigo,
Peço desculpas se durmo
E perco sua calma.

Olha como abril vem,
Todo o remédio está aqui.

Cada pedacinho dos dias que passo
Você sustenta minha vida
Bem agarrado à sua mão.

São melodias o que seus braços abarcam
E parece mentira o quanto você me deu.

Só um pouquinho de você,
Toda uma vida pra mim.

Os lamentos já não servem, são cores.
Já não há medo, são sabores.
Não há silêncios, não há rumores,
São amores de pouquinho em pouquinho.
Vou costurando os cortinados,
São as velas que me levam
Devagar e que me ensinam aos poucos
Seus cantinhos.

Em cada linha do roteiro da minha vida,
As que sabem da sorte,
As que querem pra sempre.

Somos os donos do segredo do duende,
Do que dizem que fala,
Do que fala e não mente.

Só um pouquinho de você
Toda uma vida pra mim.

Os lamentos já não servem, são cores.
Já não há medo, são sabores.
Não há silêncios, não há rumores,
São amores de pouquinho em pouquinho.
Vou costurando os cortinados,
São as velas que me levam
Devagar e que me ensinam aos poucos...

Os lamentos já não servem, são cores.
Já não há medo, são sabores.
Não há silêncios, não há rumores,
São amores de pouquinho em pouquinho.
Vou costurando os cortinados,
São as velas que me levam
Devagar e que me ensinam aos poucos
Seus cantinhos.

Está me levando, está me levando...

Composição: Antonio Orozco