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A Menina da Estrada

Antonio Orozco

La Nena Del Camino

(Oh, oh-oh-oh-oh)
(Oh-oh-oh-oh)
(Uh-uh, uh-uh-uh)

Como queriendo entender a los que tiran del hilo
Como el que quiere encontrar un fabricante de amigos
Como el que quiere volar, como el que quiere testigos
Como el que viene y no va, como lo dulce del vino
Como aprender a nadar, como escuchar al vecino
Como dejarse caer, cuando caerse es olvido
Como el que sale al entrar, como prohibir lo prohibido
Como decir carnaval cuando el confeti ha caído

No quedan
Viajes sin rumbo que no valgan la pena, no hay
No me quedan

Me quedan los bordes de un mundo que espera
Me quedan Martinas, Marinas y Evas
Me quedan abrazos de miel y entretelas
Me quedan montones de búsqueda eterna
No hay
No busques más

(Oh, oh-oh-oh-oh)
(Oh-oh-oh-oh)
(Uh-uh, uh-uh-uh)
Como dejarse olvidar, cómo vivir encajado
Como pensarse capaz, si hasta la Luna han llegado
Como creerse fugaz, si hay mil estrellas mirando
Como leer el final, si justo estoy empezando

No quedan
Agujas sin hilo ni paso sin huella, no hay
No me quedan

Me quedan las huellas de un tren de problemas
Me quedan las mieles de un Sol que no quema
Me quedan apuntes de diez mil carreras
Me quedan tres juicios y un juez sin cadenas
Hook
No hay
No busques más (oh)
No busques más (oh-oh-oh-oh)
(Oh-oh-oh-oh)
No busques más

No hay
No quedan
Ni amor con medida ni noches sin velas, no hay
No me quedan

Me sobran finales de lágrima y zeta
Me sobran los listos que entienden de metas
Me sobran los capos de fármaco y treta
Me faltan Martinas, Marinas y Evas
No hay
No busques más (oh, oh-oh-oh-oh)

No busques más (oh-oh-oh-oh)
(Uh-uh-uh-uh)
No busques más

A Menina da Estrada

(Oh, oh-oh-oh-oh)
(Oh-oh-oh-oh)
(Uh-uh, uh-uh-uh)

Como quem tenta entender quem puxa o fio
Como quem quer achar um fabricante de amigos
Como quem quer voar, como quem quer testemunhas
Como quem vem e não vai, como o doce do vinho
Como aprender a nadar, como ouvir o vizinho
Como se deixar cair, quando cair é esquecer
Como quem sai ao entrar, como proibir o proibido
Como dizer carnaval quando o confete já caiu

Não ficam
Viagens sem rumo que não valham a pena, não há
Não me restam

Me restam as bordas de um mundo que espera
Me restam Martinas, Marinas e Evas
Me restam abraços de mel e entretelas
Me restam montes de busca eterna
Não há
Não busque mais

(Oh, oh-oh-oh-oh)
(Oh-oh-oh-oh)
(Uh-uh, uh-uh-uh)
Como se deixar esquecer, como viver encaixado
Como se achar capaz, se até a Lua já chegaram
Como se achar passageiro, se mil estrelas estão olhando
Como ler o final, se eu estou apenas começando

Não ficam
Agulhas sem linha nem passos sem marca, não há
Não me restam

Me restam as marcas de um trem de problemas
Me restam os doces de um Sol que não queima
Me restam anotações de dez mil corridas
Me restam três julgamentos e um juiz sem correntes
Refrão
Não há
Não busque mais (oh)
Não busque mais (oh-oh-oh-oh)
(Oh-oh-oh-oh)
Não busque mais

Não há
Não ficam
Nem amor com medida nem noites sem velas, não há
Não me restam

Me sobram finais de lágrima e zeta
Me sobram os espertos que entendem de metas
Me sobram os chefes de fármaco e trapaça
Me faltam Martinas, Marinas e Evas
Não há
Não busque mais (oh, oh-oh-oh-oh)

Não busque mais (oh-oh-oh-oh)
(Uh-uh-uh-uh)
Não busque mais