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Letra

    Me chamam nômade
    Por querer ver esse mundo
    Por todo e qualquer
    parâmetro
    E entender porque os povos
    Têm histórias tão esdrúxulas
    Me tornei nômade
    Por destino ou faro fino
    Num planeta tão exótico
    Onde a paz é um suspiro
    Entre as guerras mais
    Hipócritas
    Tuareg global
    Fâ de afro, fã de reggae
    Sem o espiritual
    Não há nada em que eu me
    apegue

    Me chamam nômade
    Por pensar em tudo aquilo
    Que pareça muito incômodo
    Que não seja muito límpido
    Mas que seja bem utópico

    Me tornei nômade
    Um beduíno virtual
    Em meio a tanta gente apática
    Que semeia em campos tristes
    Suas multidões de lápides

    Eu quis ver as quatro luas
    Eu quis voar por quatro céus
    Conheder dois hemisférios
    Monastérios, seus mistérios
    Porque as rotinas só me tornam
    cínico
    E as retinas sempre acabam
    úmidas
    E as imagnes cada vez mais
    nítidas
    E as cruzes cada ves mais
    públicas
    Que o tempo me carregue
    Que o vento me carregue
    Que o som me carregue
    E que a paz me carregue...

    Composição: Antonio Porto / Paulo Simões. Essa informação está errada? Nos avise.

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