A Mi Manera
El fin, se acerca ya, baja el telón y esta es mi vida
y ve, solo diré, que hasta el final yo fui sincero.
Viví, se que falté, tomé por todos los caminos
y más y mucho más, a mi manera.
Caí, más de una vez, pero también me dije arriba,
pues era, mi deber también, pese las consecuencias,
de todo fui capaz, todo probé por los caminos
y todo lo tomé, a mi manera.
Algo hice mal, viví demás, no lo oculté,
pero dudar, nunca dudé, luego al pagar,
también fue más, todo probé, todo afronté
y lo aguanté, a mi manera.
Amé, reí y lloré, triunfé, perdí, pedí llegado,
mas hoy, al recordar, lo encuentro todo divertido,
si alguno me obligó, puedo decir, sin timideces,
o no, tan solo yo di, a mi manera.
Un hombre ¿qué es?, ¿qué puede hacer?,
si un hombre no es, no puede hablar,
ni demostrar, que algo sintió, pero yo si sé que viví,
o lo intente, o lo hice mal, a mi manera.
A Minha Maneira
O fim, já está chegando, baixa a cortina e esta é minha vida
E vê, só vou dizer, que até o final eu fui sincero.
Vivi, sei que falhei, percorri todos os caminhos
E mais e muito mais, a minha maneira.
Caí, mais de uma vez, mas também me levantei,
Pois era, meu dever também, apesar das consequências,
De tudo fui capaz, tudo experimentei pelos caminhos
E tudo encarei, a minha maneira.
Algo fiz de errado, vivi demais, não escondi,
Mas duvidar, nunca duvidei, depois de pagar,
Foi mais, tudo experimentei, tudo enfrentei
E aguentei, a minha maneira.
Amei, ri e chorei, triunfei, perdi, pedi o que cheguei,
Mas hoje, ao lembrar, acho tudo divertido,
Se alguém me forçou, posso dizer, sem timidez,
Ou não, só eu dei, a minha maneira.
Um homem, o que é?, o que pode fazer?,
Se um homem não é, não pode falar,
Nem demonstrar, que algo sentiu, mas eu sei que vivi,
Ou tentei, ou fiz errado, a minha maneira.
Composição: Claude François / Jacques Revaux / Joaquin Prieto / Nâdiya Zighem