La Società Dei Magnaccioni
Fatece largo che passamo noi,
Sti giovenotti de 'sta roma bella,
Semo regazzi fatti cor pennello
E le regazze famo innammorà.
E le regazze famo innammorà!
Ma che ce frega, ma che ce 'mporta
Si l'oste ar vino cià messo l'acqua,
E noi je dimo, e noi je famo:
"ciai messo l'acqua e nun te pagamo".
Ma però noi semo quelli
Che j'arisponnemo 'n coro:
"e' mejo er vino de li castelli
Che de 'sta zozza società".
E si pe' caso la sòcera mòre
Se famo du' spaghetti matriciani,
Se famo um par de litri velletrani,
S'imbrïacamo e 'n ce penzamo più.
S'imbrïacamo e 'n ce penzamo più!
Ma che ce frega, ma che ce 'mporta
Se l'oste ar vino cià messo l'acqua,
E noi je dimo, e noi je famo:
"ciai messo l'acqua e nun te pagamo".
Ma però noi semo quelli
Che j'arisponnemo 'n coro:
"e' mejo er vino de li castelli
Che de 'sta zozza società".
Ce piaceno li polli,
L'abbacchio e le galline,
Perchè sò senza spine,
Nun sò com'er baccalà.
La società dei magnaccioni,
La società de la gioventù,
A noi ce piace de magna e beve
Ma nun ce piace de lavorà.
Pòrtece 'n'antro litro,
Che noi se lo bevemo,
E poi j'arisponnemo:
"embè? embè? che c'è?"
E quanno er vino ('mbè),
Ciariva ar gozzo ('mbè),
Ar gargarozzo ('mbè),
Ce fa 'n ficozzo ('mbè).
Pe' falla corta, pe' falla breve:
"mio caro oste pòrtece da beve".
Da beve! da beve!
Olè!!
A Sociedade dos Malandros
Dá espaço que nós estamos passando,
Esses jovens dessa bela Roma,
Somos rapazes feitos com pincel
E as garotas a gente faz se apaixonar.
E as garotas a gente faz se apaixonar!
Mas que importa, mas que nos interessa
Se o taverneiro no vinho colocou água,
E a gente diz pra ele, e a gente faz:
"Você colocou água e não vamos te pagar".
Mas nós somos aqueles
Que respondemos em coro:
"É melhor o vinho dos castelos
Do que dessa sociedade imunda".
E se por acaso a sogra morrer
A gente faz um par de espaguetes à matriciana,
Fazemos um par de litros velletranos,
A gente se embriaga e não pensa mais.
A gente se embriaga e não pensa mais!
Mas que importa, mas que nos interessa
Se o taverneiro no vinho colocou água,
E a gente diz pra ele, e a gente faz:
"Você colocou água e não vamos te pagar".
Mas nós somos aqueles
Que respondemos em coro:
"É melhor o vinho dos castelos
Do que dessa sociedade imunda".
A gente gosta de frango,
De cordeiro e de galinhas,
Porque não têm espinhos,
Não são como o bacalhau.
A sociedade dos malandros,
A sociedade da juventude,
A gente gosta de comer e beber
Mas não gosta de trabalhar.
Traga mais um litro,
Que a gente bebe tudo,
E depois respondemos:
"E aí? E aí? O que tem?"
E quando o vinho (e aí),
Desce pela garganta (e aí),
Pela goela (e aí),
Faz a gente ficar bem (e aí).
Pra encurtar a história, pra ser breve:
"Meu caro taverneiro, traga algo pra beber".
Pra beber! Pra beber!
Olê!!