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Angélica

Antonio Tormo

Letra

Angélica

Angélica

Angélica, quando te nomeio, vem à minha memóriaAngélica cuando te nombro me vuelve a la memoria
Um vale, pálida Lua na noite de abril e aquele vilarejo de CórdobaUn valle pálida Luna en la noche de abril y aquel pueblito de córdoba
Um vale, pálida Lua na noite de abril e aquele vilarejo de CórdobaUn valle pálida Luna en la noche de abril y aquel pueblito de córdoba

Se uma águia foi teu carinho, pombinha, minha pobre almaSi un águila fue tu cariño paloma mi pobre alma
Tremendo, meu coração em suas garras sangrou e você não teve penaTemblando mi corazón en tus garras sangró y no le tuviste lástima
Tremendo, meu coração em suas garras sangrou e você não teve penaTemblando mi corazón en tus garras sangró y no le tuviste lástima

Não vou esquecer quando em minha Córdoba te vi e teu cravo sob as árvores roubeiNo olvidaré cuando en mi córdoba te vi y tu clavel bajo los árboles robé
Meus braços foram teu ninho, teu véu a luz da Lua entre os álamosMis brazos fueron tu nido tu velo la luz de la Luna entre los álamos
Meus braços foram teu ninho, teu véu a luz da Lua entre os álamosMis brazos fueron tu nido tu velo la luz de la Luna entre los álamos

Teus olhos, se por instantes, se tornam mansosTus párpados si por instantes te vuelven los ojos mansos
Lembram quando no céu de repente se vê que nasce e morre um relâmpagoRecuerdan cuando en el cielo de pronto se ve que nace y muere un relámpago
Lembram quando no céu de repente se vê que nasce e morre um relâmpagoRecuerdan cuando en el cielo de pronto se ve que nace y muere un relámpago

O lençol que se estende no chão quando a geadaLa sábana que sobre el suelo se tiende cuando la escarcha
Não é branca como a tímida flor da tua pele, nem fria como tuas lágrimasNo es blanca como la tímida flor de tu piel ni fría como tus lágrimas
Não é branca como a tímida flor da tua pele, nem fria como tuas lágrimasNo es blanca como la tímida flor de tu piel ni fría como tus lágrimas

Não vou esquecer quando em minha Córdoba te vi e teu cravo sob as árvores roubeiNo olvidaré cuando en mi córdoba te vi y tu clavel bajo los árboles robé
Meus braços foram teu ninho, teu véu a luz da Lua entre os álamosMis brazos fueron tu nido tu velo la luz de la Luna entre los álamos
Meus braços foram teu ninho, teu véu a luz da Lua entre os álamosMis brazos fueron tu nido tu velo la luz de la Luna entre los álamos


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