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A Trabalhos Forçados

Antonio Vega

A Trabajos Forzados

A trabajos forzados me condena
mi corazón, del que te di la llave.
No quiero yo tormento que se acabe,
y de acero reclamo mi cadena.

No concibe mi alma mayor pena
que libertad sin beso que la trabe,
ni castigo concibe menos grave
que una celda de amor contigo llena.

No creo en más infierno que tu ausencia.
Paraíso sin ti, yo lo rechazo.

Que ningún juez, declare mi inocencia,
porque, en este proceso a largo plazo,
buscaré solamente la sentencia
a cadena perpetua de tu abrazo.

No creo en más infierno que tu ausencia.
Paraíso sin ti, yo lo rechazo.
Que ningún juez, declare mi inocencia,

A Trabalhos Forçados

A trabalhos forçados me condena
meu coração, que te entreguei a chave.
Não quero tormento que se acabe,
e de aço eu clamo pela minha corrente.

Não concebe minha alma maior pena
que liberdade sem beijo que a prenda,
nem castigo concebe menos grave
que uma cela de amor contigo cheia.

Não acredito em mais inferno que a tua ausência.
Paraíso sem você, eu rejeito.

Que nenhum juiz declare minha inocência,
porque, neste processo a longo prazo,
procurarei somente a sentença
a prisão perpétua do teu abraço.

Não acredito em mais inferno que a tua ausência.
Paraíso sem você, eu rejeito.
Que nenhum juiz declare minha inocência,

Composição: Antonio Gala / Antonio Vega