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Fale-me aos Olhos

Antonio Vega

Háblame a Los Ojos

Quiero decirte,
quiero decite que mi adiós
quiero decirte que mi adiós no fué, huir del follón.

Quiero que entiendas,
quiero que entiendas que ha de haber
quiero que entiendas que ha de haber un par para ser dos...
y jugar...

Y no le tengo miedo al tiempo que se va, no
yo sé que se parecen sueño y realidad, lo podría jurar.

Es el momento,
es el momento de saber,
es el momento de saber escuchar, si hay alguien más.

Nunca la lluvia dijo al hielo qué calor, noo
por eso yo nunca me quejo de su amor
Silencioso ardor.

Dí, por qué no me puedes mirar
será núestra lengua desigual
el que tu no me digas la verdad será que no me miras al hablar.

Mucho mas cerca
casi a mi lado está el azar
más cerca cada vez de ti están, el cielo y el mar.

Y no le tengo miedo al tiempo que se va, noo
nunca la lluvia dijo al hielo qué calor. Silencioso ardor.

Fale-me aos Olhos

Quero te dizer,
quero te dizer que meu adeus
quero te dizer que meu adeus não foi, fugir da confusão.

Quero que entenda,
quero que entenda que deve haver
quero que entenda que deve haver um par para ser dois...
e brincar...

E não tenho medo do tempo que se vai, não
eu sei que sonho e realidade se parecem, eu poderia jurar.

É o momento,
é o momento de saber,
é o momento de saber ouvir, se há alguém mais.

Nunca a chuva disse ao gelo que calor, não
por isso eu nunca me queixo do seu amor
Silencioso ardor.

Diga, por que não pode me olhar
será nossa língua desigual
que você não me diga a verdade será que não me olha ao falar.

Muito mais perto
quase ao meu lado está o acaso
mais perto a cada vez de ti estão, o céu e o mar.

E não tenho medo do tempo que se vai, não
nunca a chuva disse ao gelo que calor. Silencioso ardor.

Composição: Antonio Vega Talles