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Madera de Deriva

António Zambujo

Letra

Significado

Madeira À Deriva

Madera de Deriva

Sou feito de madeira à derivaEstoy hecho de madera de deriva
Estou à mercê da correnteza do rioMe voy a merced de la resaca del río
Eu venho, eu vou e eu voltoMe vengo, voy y vengo
Sou tudo aquilo que não posso chamar de meuSoy todo aquello que no puedo llamar mío
Eu venho, eu vou e eu voltoMe vengo, voy y vengo
Sou tudo aquilo que não posso chamar de meuSoy todo aquello que no puedo llamar mío

Minhas bordas estão tão polidasTengo las aristas tan pulidas
Fiz uma tatuagem com água e tempoMe fui tatuando de agua y de tiempo
Eu venho, eu vou e eu voltoVengo, voy y vengo
Sou muito menos do que seiSoy mucho menos lo que se
É isso que eu sintoQue lo que siento
Eu venho, eu vou e eu voltoVengo, voy y vengo
Sou muito menos do que seiSoy mucho menos lo que se
É isso que eu sintoQue lo que siento

E um dia flutuou em direção à sua costaY un día derive hacia tu orilla
Fiquei preso numa curva da sua areiaQuede varado en un recodo de tu arena
Você se apoderou dos meus sonhos e dos meus pesadelosTe hiciste con mis sueños y con mis pesadillas
Com minhas luzes ruins e minhas noites boasCon mis luces malas y mis noches buenas
Eu não sei o que é essa coisa chamada destinoNo sé qué es eso que llaman destino
Talvez apenas uma veia na madeiraAcaso apenas una veta en la madera

Tudo que sei é que fiz uma parada no caminhoYo solo sé que hice un alto en el camino
E que hoje eu ficaria ao seu lado para sempreY que hoy me quedaría por siempre a tu vera
Tudo que sei é que fiz uma parada no caminhoYo solo sé que hice un alto en el camino
E que hoje eu ficaria porY que hoy me quedaría por
Sempre ao seu ladoSiempre a tu vera

Sou feita de madeira à derivaEstoy hecha de madera de deriva
Estou à mercê da correnteza do rioVoy a merced de la resaca del río
Eu venho, eu vou e eu voltoMe vengo, voy y vengo
Sou tudo aquilo que não posso chamar de meuSoy todo aquello que no puedo llamar mío
Eu venho, eu vou e eu voltoVengo, voy y vengo
Sou tudo aquilo que não posso chamar de meuSoy todo aquello que no puedo llamar mío

Composição: Jorge Abner Drexler Prada. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por Mário e traduzida por Luana. Revisão por Luana. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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