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Espectro Miserável

Antubel

Wretched Spectre

The chains of this torment
Opened my wings towards sinister
That hole so deep
So dark…
I can't watch myself
The grimness of a spectre
Suffering, suffering
Suffering in this coil of self destruction

Endless nights
Withered dreams
The destruction of my being
The dropping of my blood sounds
As the pulse from my brain goes slow
On your world (you bunch of shit)
And outside the flames devastate
The forests
Screaming as no one
In a misty world contaminated
Destroyed by the greed
Of you, despicable beings

I stand here
In front of a dirty mirror
Watching how
My own life vanishes
I'm but a wretched spectre
A grim image
A sad caricature
Of what I used to be
Blood on my hands
Flowing
Like the stream of consciousness
That hammers my mind
Remembrances of my whole life
Drops of time
That will be lost forever
In this wood of lies

Spilled blood
Over a cemetery full of living beings
Where they lie buried
Without knowing it
A cemetery where they help to raze it
To putrefy more and more
Slowly
'Til they transform themselves
Into what they have created
Into nothing
A complete emptiness
Among the grimness of the buildings
And the foolish faces
This is truly
A warm world for the weak
A jail for the different
The end of mine
This is the end of mine!

Espectro Miserável

As correntes desse tormento
Abriram minhas asas para o sinistro
Aquele buraco tão profundo
Tão escuro...
Não consigo me ver
A escuridão de um espectro
Sofrendo, sofrendo
Sofrendo nessa espiral de autodestruição

Noites sem fim
Sonhos murchos
A destruição do meu ser
O som do meu sangue caindo
Enquanto o pulso do meu cérebro vai devagar
No seu mundo (bando de merda)
E do lado de fora as chamas devastam
As florestas
Gritando como ninguém
Em um mundo nebuloso contaminado
Destruído pela ganância
De vocês, seres desprezíveis

Estou aqui
Na frente de um espelho sujo
Assistindo como
Minha própria vida desaparece
Sou apenas um espectro miserável
Uma imagem sombria
Uma caricatura triste
Do que eu costumava ser
Sangue nas minhas mãos
Escorrendo
Como o fluxo da consciência
Que martela minha mente
Lembranças de toda a minha vida
Gotas de tempo
Que se perderão para sempre
Nesse bosque de mentiras

Sangue derramado
Sobre um cemitério cheio de seres vivos
Onde eles jazem enterrados
Sem saber disso
Um cemitério onde ajudam a arrasá-lo
Para putrefazer cada vez mais
Devagar
Até se transformarem
No que criaram
Em nada
Um completo vazio
Entre a escuridão dos prédios
E os rostos tolos
Isso é verdadeiramente
Um mundo acolhedor para os fracos
Uma prisão para os diferentes
O fim do meu
Esse é o fim do meu!

Composição: