Gyvenimo Kritimà Dovanosim Krankliui
Sutemø krantai ir dvasia nemirtinga -
Ramûs, kai virpa kranklio sparnai.
Tamsoj pravirksta sielos ið laimës
Jos jà paþásta sublizga kaip dalgis.
Jos mëgsta kai þmogø dalinas,
O dalgis vadinas kranklio vardu.
Kranklá jos kvieèia ir þvelgia á gelmæ
Nustato jo vertæ, kai pykèiu akys jo ðvieèia.
Esam jo tik ðeðëlis, Mirtis viduje,
Kai kranklys paðëlæs - Mirtis iðorëje.
Aðtriais nagais á sutemø ðalá,
Vëliø takais nuneðti jis gali.
Jo laukiam, geidþiam ir tylim...
Lai iðgirs mus! Uþ tai já ir mylim.
Jo þvilgsná, prisilietimà dovanosiu Jums,
Gyvenimo kritimà dovanosiu Jam.
A Queda da Vida
Sombras se juntam e a alma é imortal -
Calma, quando as asas do grilo tremem.
Na escuridão, a alma chora de felicidade
Ela brilha como uma foice.
Ela gosta quando os humanos se dividem,
E a foice é chamada pelo nome do grilo.
O grilo a chama e olha para a profundidade
Determina seu valor, quando a raiva brilha em seus olhos.
Somos apenas uma sombra, a Morte por dentro,
Quando o grilo canta - a Morte por fora.
Com garras afiadas na sombra da noite,
Ele pode levar pelos caminhos da bruma.
Estamos esperando, desejando e em silêncio...
Que nos ouçam! Por isso o amamos.
Seu olhar, seu toque eu vou te dar,
A queda da vida eu vou dar a Ele.