Ið Tuðtumos á Akmens Tylà
Ugnis, tai mano akys
Ðeðëlis, tai mano kûnas.
Tuðtuma, tai mano sostas,
Vieta kur nëra jausmø.
Pasilikæs tik pergalës mostas
Nuaidi danguj jis griausmu.
Nesuprantami dûmai styro aplink,
Jie styro ið mano paties,
Savæs nejauèiu, patá sunku apimt;
Nesulauksiu daugiau ateities,
Ratas sustojo ir stingsta stipryn.
Kaip þemë virsta þvaigþde,
Að tik vienas matau, kaip einu tolyn,
Nes pats að sukûriau save.
Kadaise buvau að þmogus,
Kadaise buvau tik siela,
Likau dabar að ramus
Akmuo apsigaubæs tyla.
Eu Sou a Pedra Silenciosa
Fogo, são meus olhos
Sombra, é meu corpo.
Silêncio, é meu trono,
Lugar onde não há sentimentos.
Ficando só com o gesto da vitória
No céu ele ruge.
Nuvens incompreensíveis pairam ao redor,
Elas vêm de mim mesmo,
Não me sinto eu, é difícil de suportar;
Não esperarei mais por um futuro,
O ciclo parou e endurece forte.
Como a terra se transforma em estrela,
Só eu vejo como sigo em frente,
Pois eu mesmo criei a mim.
Um dia fui humano,
Um dia fui só alma,
Agora fiquei tranquilo
Como uma pedra envolta em silêncio.